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Centro de Equoterapia suspendeu atendimento por falta de fisioterapeuta

Fisioterapeuta que atuava na entidade saiu em julho, na época de recesso, e não houve reposição

16 de Setembro de 2014 às 08:10
Centro de Equoterapia suspendeu atendimento por falta de fisioterapeuta
Centro Missioneiro de Equoterapia está com as atividades de dez crianças supensas por falta de profissional de fisioterapia (Fotos: Arquivo/JM)

O Centro Missioneiro de Equoterapia Santo Ângelo Custódio continua sem atendimento especializado de um profissional de fisioterapia. A informação foi confirmada pela coordenadora técnica da entidade, Mariliane Adriana Monteiro. Segundo ela, a fisioterapeuta que atuava na entidade saiu em julho, na época de recesso, e, desde então, a entidade permanece sem atendimento para as crianças que precisam dessa especificidade.

A responsabilidade pela contratação do profissional é da Prefeitura, conforme previsto na lei municipal nº 3.077, de 2007. Segundo determina a lei, a Prefeitura, além da responsabilidade pela construção da infraestrutura física e material e pela aquisição de equipamentos indispensáveis ao funcionamento com qualidade do Centro Missioneiro de Equoterapia, deve disponibilizar um profissional médico e um fisioterapeuta para a composição da equipe técnica, realizando avaliação dos pacientes da equoterapia.

Entretanto, mesmo sendo de responsabilidade do Executivo municipal, até o momento o atendimento continua suspenso. “Entramos em contrato com a Prefeitura na época da saída da antiga profissional. Foi-nos dito que até agosto a vaga seria preenchida, mas até o momento não recebemos nenhum retorno quanto a isso”, explica Mariliane.

DEZ CRIANÇAS ESTÃO SEM ATENDIMENTO
Procurada pela redação do Jornal das Missões, a secretária de Saúde do município Claudete Cruz disse estar tratando da demanda junto à Secretaria de Administração, responsável pela contratação de novos profissionais. No entanto, até o fechamento desta edição, o secretário de Administração não foi localizado para comentar o assunto.

Por conta da falta de profissional, dez crianças estão sem atendimento. “Entendemos, em conversa com as famílias, que o gasto seria desnecessário, tendo em vista o não recebimento do tratamento necessário. Elas continuariam sendo atendida nos outros setores, mas isso não corresponderia às reais necessidades delas”, diz a coordenadora, que ressalta ainda estar preocupada com o desenvolvimento das crianças, tendo em vista a interrupção do tratamento. As outras crianças que não dependem exclusivamente do atendimento da equoterapia continuam com as atividades sem alteração.

O Centro Missioneiro de Equoterapia Santo Ângelo Custódio conta hoje com duas profissionais de psicologia, um educador físico e demais estagiários trabalhando no atendimento das crianças. 

Fotos vinculadas

Suspensão do atendimento preocupa coordenadora em função do desenvolvimento das crianças

Fonte: Jornal das Missões

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