Notícias: Geral

‘Não temos caso de surto ou risco de febre amarela na região’, afirma secretário de Saúde

A doença é transmitida por mosquitos a pessoas não vacinadas

23 de Janeiro de 2018 às 15:05
‘Não temos caso de surto ou risco de febre  amarela na região’, afirma secretário de Saúde
Secretário de Saúde, Luis Carlos Antunes Cavalheiro (Foto: Daniele Angnes/JM)

São Paulo, na região Sudeste do País, é classificada como área de risco para a febre amarela, doença transmitida por mosquitos portadores do vírus, pode ser transmitida também pelo Aedes aegypti, na forma urbana da doença. Desde julho do ano passado, a maior parte dos casos da doença no País foi registrada no Estado. Conforme balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, 35 casos foram confirmados, com 20 mortes. Só em municípios paulistas foram 20 infecções – 11 óbitos.

No Rio Grande do Sul, desde 2009 não há registros da doença. Assim como em Santo Ângelo, quando o último registro da doença foi naquele ano.

De acordo com o secretário de Saúde, Luis Carlos Cavalheiro, neste momento não há surto de febre amarela. “Temos que lembrar que no Brasil, só existe a febre amarela do tipo silvestre, que ocorre na zona rural. Na área urbana não temos histórico da doença”, detalha.

Em 2009, o secretário lembra que houve uma grande campanha de vacinação contra a febre amarela, devido a morte de bugios, onde se constatou que havia contato com a forma silvestre da doença. “Daí se fez a vacinação em massa da população”, recorda.

Atualmente a vacina está disponível nas unidades de saúde. No município a imunização ocorre nas terças e quintas-feiras, na unidade do Centro (prédio da Secretaria de Saúde) e no Centro Social Urbano.

Apenas uma dose garante a imunização. “Todas as pessoas que já fizeram a vacina contra a febre amarela estão imunes”, reforça Cavalheiro. Para àquelas pessoas que nunca fizeram a vacina e pensam em viajar para regiões consideradas de risco, a orientação é fazer a vacina dez dias antes da viagem.

A vacina também faz parte do calendário vacinal para as crianças a partir dos nove meses de vida. Pessoas com mais de 60 anos, ou que possuem uma doença crônica, ou, ainda, alergias, como a ovo, devem buscar a orientação médica.

“Aqui em Santo Ângelo não temos histórico de risco de febre amarela”, reforça o secretário.

Mais Notícias: Geral