Vitória Espetacular

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 A ASAF venceu o clássico regional contra a Associação Grande São Luiz Gonzaga, sábado, lá em São Luiz Gonzaga por 4 a 2. Foi a segunda vitória consecutiva da ASAF (a primeira fora), que agora soma 10 pontos na tabela de classificação. Sem sombras de dúvidas foi um dos melhores jogos da ASAF, não somente pelo resultado obtido, mas pela postura da equipe em quadra. A entrada do experiente Edgar equilibrou a equipe, tornando-a segura no sistema defensivo e eficiente na transição para o ataque. É notório o bom trabalho que vem sendo executado pelo treinador Batata, que começa a frutificar. Agora, a equipe missioneira terá dois jogos em casa. O primeiro será neste sábado frente a equipe do Bento Gonçalves, que no último final de semana aplicou uma das maiores goleadas da competição: 9 a 1 no Cachoeira. O Monumental Marcelo Mioso vai ferver.

SANTO ÂNGELO EMPATA E PERMANECE NO G4

1 a 1 frente ao Riograndense, jogando lá em Santa Maria, foi muito bom resultado. Ainda mais, considerando que o Riograndense é concorrente direto para a classificação. Agora, se o Santo Ângelo tivesse aproveitado as chances para marcar, que foram muitas, o resultado poderia ter sido melhor ainda. Isso demonstra que a equipe está num crescente, exatamente neste momento em que a exigência é maior. Necessita ainda, fazer alguns ajustes no setor defensivo, principalmente na saída de bola. Com o empate, a equipe missioneira ficou na quarta posição, com 9 pontos, 2 vitórias e saldo 1, a mesma pontuação do terceiro (SER C. Brasil) e do segundo (Avenida) colocado, perdendo apenas nos critérios de vitórias e saldo de gols. Domingo, 15h30min, recebe o Brasil de Farroupilha, na Zona Sul . Terá que vencer pra não depender de outros resultados para classificar.

COPA DAS CONFEDERAÇÕES 

Até aqui sem surpresas, com resultados dentro do esperado. Destaques para a vitória brasileira sobre o Japão por 3 a 0 com atuação boa do “escrete canarinho” e a confirmação do ótimo futebol da Espanha que venceu ao Uruguai por 2 a 1. Seguindo a escola do Barcelona (base da equipe juntamente com jogadores do Real Madrid), a seleção espanhola ficou com a posse de bola perto do 70% do tempo. Para mensurar melhor este predomínio, na primeira etapa, os espanhóis deram em torno de 330 passes, errando somente 13 vezes. Ninguém viu algum zagueiro espanhol dando chutões pra frente, procurando a famigerada ligação direta. Com passes precisos, rápidos (sem carregar a bola), triangulações e aproximações, sempre tendo um companheiro livre pra receber a bola, a Espanha deu uma lição do que é senso coletivo, de equipe. Muitas vezes o jogo fica burocrático. Mas é melhor ter a posse de bola do que correr atrás do adversário para tentar retomá-la.