Como será o amanhã?

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Chegamos à triste marca de 20 mil mortos pela covid-19. Ultrapassamos 300 mil infectados. Não são apenas os números que assombram, muito brevemente, cada um de nós conhecerá uma vida interrompida pela letalidade do vírus, vamos conhecer as histórias de Marias e Pedros.

As crianças estão sofrendo com a ausência das aulas presenciais. Ensiná-las é uma tarefa fantástica. Pa…to. Existe uma espetacular ciência por trás da união de duas sílabas. Recordo da tia Rosane, aluna de Pedagogia na Fundames, ela foi inesquecível no meu processo de alfabetização; segue ensinando os pequenos lá em Santiago.

No sistema de saúde, os relatos são comoventes, em cidades mais afetadas pela pandemia, há profissionais que praticamente abandonaram suas famílias para cuidar dos pacientes. Em Brasília, uma senhora ficou quase três meses na UTI; mas venceu o vírus. Não é uma gripezinha, definitivamente.

Os prefeitos municipais aparentemente entrosados com o governador do Estado mostram-se administradores comprometidos com a saúde do povo gaúcho, percebo que adotaram medidas equilibradas, necessárias e eficientes para que não houvesse uma descontrolada disseminação do vírus.

Os problemas também seguem batendo à porta do sistema de justiça, portanto, as instituições têm buscado alternativas para que o cidadão receba a devida prestação jurisdicional. São inúmeras ações urgentes que precisam seguir seu curso, observando-se, porém, as recomendações sanitárias.

As incertezas são grandes no mundo futebol. Há uma economia que gira a partir dos grandes eventos esportivos, todavia, não se deve esquecer que a imensa maioria dos atletas não recebe quantias milionárias, são profissionais que dependem dos campeonatos de menor expressão para prover o sustento da família.

Os grandes laboratórios não aventam uma solução a curto prazo, eventual vacina ou fármaco para o tratamento das pessoas acometidas pela doença ainda é um horizonte distante. Parece que a solução existente neste momento passa pela disciplina individual e coletiva no âmbito das medidas de higiene e isolamento social.

Além das crises sanitária, política e econômica, vivenciamos um período de abrupta ansiedade, as rotinas de vida foram modificadas pela pandemia da covid-19, isso causa severos efeitos no aspecto emocional do ser humano; e ainda não temos a resposta sobre como será o amanhã.

 

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