Conceito preestabelecido

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Algumas obras tinha preconceito de ler (um conceito preestabelecido, como diz o título). Um exemplo é Harlan Coben. Não sei exatamente o porquê. Pensava que era literatura de autoajuda (nunca me passou pela cabeça pesquisar um pouco sobre o autor ou ler a sinopse de um livro).

Bom, ano passado decidi comprar um e ver qual era a do autor. Achei muito bom, claro que no gênero ainda prefiro Agatha Christie, mas gostei bastante da forma que o enredo do livro de Coben conseguiu me prender. Achei os diálogos simples, mas intensos. mesmo com uma trama mais densa, a forma com que é narrado é de fácil compreensão.

Apenas um olhar, de Harlan Coben – Ao buscar um filme que mandou revelar, Grace encontra, no meio das fotos, uma que não pertence ao rolo. É uma imagem de cinco pessoas, tirada no mínimo vinte anos atrás. Quatro delas não lhe são familiares, mas a quinta é muito parecida com seu marido, Jack. Ao ver a foto, Jack nega ser ele. Só que, mais tarde, ele foge sem nenhuma explicação, levando a fotografia. Sem saber por que ele se foi, Grace luta para proteger os filhos da ausência do pai. Cada dia que passa traz mais dúvidas sobre si mesma, sobre seu casamento e sobre Jack, assim como a compreensão de que há outras pessoas procurando por ele e pela fotografia – inclusive um violento e silencioso assassino.

Outra autora que tinha receio em ler era Gillian Flynn (pra falar a verdade ainda tenho um pouco). Dela, li uma novela, O Adulto – muito bom. Olha, que mulher pra escrever livros que te deixam realmente em dúvida sobre o final. Exemplo disso está é o filme Garota Exemplar, baseado na obra dela.

Lugares escuros, de Gillian Flyn – Libby Day tinha apenas sete anos quando testemunhou o brutal assassinato da mãe e das duas irmãs na fazenda da família. O acusado do crime foi seu irmão mais velho, que acabou condenado à prisão perpétua. Vinte e quatro anos depois, quando é procurada por um grupo de pessoas convencidas da inocência de seu irmão, Libby começa a se fazer as perguntas que até então nunca ousara formular. Será que a voz que ouviu naquela noite era mesmo a do irmão? Gillian Flynn intercala a trajetória detetivesca de Libby com flashbacks dos acontecimentos do dia do crime com tanta habilidade que o leitor é levado a diferentes direções.

Livros estão disponíveis na Biblioteca Pública Municipal Policarpo Gay
Está localizada na Rua Três de Outubro, 800, no Centro Cultural. Funciona de segunda a sexta-feira das 8h30 às 12h e 13h às 17h. Para fazer o empréstimo de um livro é preciso fazer a carteira de sócio. Para isso é necessário apresentar comprovante de residência, carteira de identidade ou certidão de nascimento.

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