Mais de ficção científica

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Não tem jeito. Amo Ficção Científica. Meu subgênero preferido é distopia (Fahrenheit 451 de Ray Bradbury, e Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley, são meus favoritos). Space Opera (que falei na semana passada está na lista de títulos que me atraem, mas ainda não consegui me dedicar à leitura (fiquei só nos filmes)). Tem outro destes que me atrai: livros de robótica.

Um dos principais autores que se destacou na produção destas obras é Isaac Asimov – ele chegou a criar princípios que ficaram conhecidos como as Três Leis da Robótica:

1) Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.

2) Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.

3) Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis.

Aqui vale um adendo: as leis de Asimov não são de fato leis, mas direcionamentos que devem ser tomados na indústria da robótica.

Eu, robô – Isaac Asimov
O livro é uma coletânea de contos escritos por Isaac Asimov. Textos discorrem, sucessivamente, sobre a evolução dos robôs através do tempo, começando pelo conto “Robbie”, que se trata de um robô-babá não equipado com um mecanismo de fala que é discriminado e repudiado pelos seres humanos. A história evolui para a proibição do uso de robôs na Terra, e no último dos contos (“O Conflito Evitável”) há a suspeita de que o “coordenador mundial” (figura que é responsável pelo governo do planeta) também seja um robô.

 

Apesar de Ficção Científica ser bem abrangente, nem todos seus subgêneros me interessam, como Cyberpunk. Que é focado em personagens vivendo vidas miseráveis, imersos em muita tecnologia, comumente realidade virtual, sob a opressão de grandes empresas. Os personagens costumam ser rebeldes, hackers, “punks” tentando desestabilizar o sistema.

Neuromancer, de William Gibson
No universo de Neuromancer, as pessoas se conectam a uma espécie de alucinação coletiva digital, acessada via computadores. O mundo é dominado por corporações e a tecnologia está presente em todos os lugares, até mesmo nos seres humanos, que possuem implantes para o desenvolvimento de certas habilidades. O autor demonstra grande talento ao criar um universo que se aproxima muito da realidade contemporânea. Parte dessa ambientação é realizada também pela utilização de marcas e referências famosas do mundo pop.

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