suspense claustrofóbico

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Na adolescência acho que assisti uns dois ou três filmes de suspense. Não fazia parte do grupo de amigos que se reunia nas noites de sexta ou sábado para passar a noite vendo esse gênero. O motivo? Medo. Até hoje não invisto meu tempo vendo esses filmes.
Maaaass, falando em livros. Esses, sim. Passa para cá, que eu me deleito. O último que adquiri e leio neste momento é Caixa de Pássaros, de Josh Malerman.

A trama acontece em um cenário pós-apocalíptico em que a humanidade foi dizimada por algum tipo de entidade desconhecida que, ao ser vista, enlouquece as pessoas. É neste mundo que uma mulher e seus dois filhos de 4 anos buscam refúgio. Para isso tem de descer o rio em busca deste local. Porém, fazem isso vendados. Não podem abrir os olhos. Sem a visão, sequer sabem exatamente onde estão, se são humanos que estão a sua volta, animais ou as criaturas. É claustrofóbico.

 

 

Sugestões

Maus (“rato”, em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art Spiegelman. O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos.

 

Fim, de Fernanda Torres focaliza a história de um grupo de cinco amigos cariocas. Eles rememoram as passagens marcantes de suas vidas: festas, casamentos, separações, manias, inibições, arrependimentos.

 

 

Caim de José Saramago revisita episódios bíblicos conhecidos, mas sob uma perspectiva inteiramente diferente. Num itinerário heterodoxo, Saramago percorre cidades decadentes e estábulos, palácios de tiranos e campos de batalha, conforme o leitor acompanha uma guerra secular, e de certo modo involuntária, entre criador e criatura.

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