Educação, propaganda e governo

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Educação

Educação (aquela relacionada ao ensino) não rima com autoritarismo, arrogância e humilhação.
Do contrário, não falaríamos “fulano é educado” e “ciclano é mau educado”.

Educação (tanto aquela relacionada ao ensino quanto aquela relacionada à convivência) está para compartilhamento fraterno e respeitoso, reconhecimento de erros e acertos – e sobretudo ímpeto de enxergar no outro não uma ameaça, mas uma possibilidade.
Problema é que muitos, sob o argumento do “eu sei, você não sabe, portanto engula tudo quanto digo”, destroçam essa abertura – agem como quem tem saudade do tempo da palmatória ou das sombras da ditadura.

Já tive professores assim, inclusive – e, sob outro ângulo, já tentei (friso: “tentei”) conversar com diversos sujeitos que vestem essa carapuça (tipo aquele servidor público de olhos pesados que, para suprir alguma falta na sua existência, dedica suas horas a humilhar aqueles que necessitam dos seus serviços, acreditando que sua conduta é “normal”).

O que dizer?

Entendo esse pessoal: no fim e no fundo, o que seus atos espelham é pura e absoluta fraqueza, pois quem realmente detém consciência e certeza do que está fazendo simplesmente não necessita disso.
Talvez o mundo precise não apenas de “mais educação” enquanto ensino, cultura ou ciência, mas principalmente de “mais educação” enquanto reconhecimento da igualdade na diferença – traduzindo em uma única palavra: respeito.

Muita gente precisa aprender isso.

Propaganda

Eu não vivo no país das propagandas do Governo Federal – e tenho certeza que ninguém vive na “realidade” demonstrada pelas propagandas de qualquer governo de qualquer estado da federação.

Governo

Tenho pensado na questão no PT no Governo Federal há tantos anos.

Chego a uma conclusão: realmente é necessária uma alternância no poder, pois por mais que o partido se sustente por meio de coalizações políticas, a última palavra sempre vêm de quem está no comando.

Contudo, analisando o cenário político brasileiro, não vejo qualquer candidato que tenha condições de bater Dilma Rousseff nas eleições presidenciais.

É um jogo complexo, com variáveis quase incalculáveis – uma vez que envolvem a volatilidade humana e os descompassos sócio/culturais do Brasil.

De toda essa teia, também digo que concordo com várias atitudes do PT enquanto detentor do Poder Federal – na medida em que discordo de tantas outras.

Qual o parecer?

As coisas permanecerão do modo que estão por muito tempo, o que ocorrerá tanto para o bem quanto para o mal.