A festa do Divino Espírito

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Na “Vila de Santo Ângelo” em 1898 não havia nenhuma sociedade ou clube. A vida era reduzida em festas religiosas ou em alguns bailes circunstanciais nas casas de famílias tradicionais.

Naquela época, a festa do Divino Espírito Santo era uma festa religiosa e tinha duração de seis dias. No decorrer da festa outras atividades ficavam praticamente paralisadas. De acordo com Arlindo Lied (in memoriam), os preparativos para os festejos iniciavam três meses antes, algumas comissões portanto “Bandeiras do Divino” percorriam o interior para o “peditório”.

Geralmente os fundos angariados eram bem avultados: contribuíam com dinheiro, galinhas, porcos, e outros ainda mais pródigos, opulentos ou mesmo mais devotos, doavam vacas gordas.

O major Tarquino de Oliveira foi o festeiro no ano de 1898 e nos seis foram sacrificadas doze vacas. Após a última missa, isto é no domingo de Pentecostes, o padre sorteava os festeiros para a festa do ano seguinte.

O significado da Festa do Divino de acordo com Britannica Escola é considerada uma comemoração popular de rua, tipicamente folclórica. Esta celebração é uma manifestação espontânea e tem aceitação coletiva.

A mesma festeja um evento cultuado pela Igreja Católica, o Pentecostes, que é a descida do Espírito Santo na forma de línguas de fogo sobre os apóstolos.

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