O monumento maçônico “Delta Luminoso”

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A simbologia é o estudo dos símbolos ou o conjunto destes e sempre despertou em minha pessoa uma tremenda curiosidade. Um símbolo, por outro lado, é a representação sensorial de uma ideia que guarda um vínculo convencional e arbitrário com o seu objeto. E a noção de simbologia é utilizada para fazer referência ao sistema dos símbolos que identificam os diferentes elementos de algum âmbito.

Na coluna histórica de hoje, mencionarei brevemente sobre o monumento “Delta Luminoso”, obra notável idealizada pelo artista plástico Tadeu Martins que incessantemente instiga curiosidades pelos cidadãos que circulam pela Avenida Ipiranga.

O “Delta Luminoso” é uma homenagem à dignidade entre os homens, com recíproca prática de virtudes. Representado na obra o triângulo símbolo universal do equilíbrio e o caminho em 90º de exemplos dos homens com suas condutas firmes, exatas e com deveres retos com a pátria.

No interior do “Delta Luminoso” está inserido o “Olho de Deus”, o olho que tudo vê: o espaço da verdade do Olho Onividente e, a ele está à letra “G” sagrada para a Maçonaria. Esta representação fixa- se no equilíbrio, a emancipação progressiva e pacífica da humanidade. A presença do “G” no monumento é representativa da Geometria como a ciência maçônica; como foco do estudo, conhecimento e prática do trabalho maçônico; e principalmente como origem da Arte Real, base para o uso de todas as ferramentas do maçom. Esse significado pode ser comprovado em todos os antigos Catecismos Maçônicos que se tem conhecimento.

A base do monumento por estar livre no solo significa liberdade. O triângulo equilátero representa igualdade e o movimento de união entre si, à fraternidade.

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