A La Pucha:

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Perguntar não ofende
Alguém consegue acreditar que num momento
delicado financeiramente como o que estamos
vivendo, prefeitos contem com recursos para saúde
e simplesmente decidam não utilizar?

 

SÓ PARA LEMBRAR

A reversão do quadro, com o retorno da região para a Bandeira Laranja, mais uma vez, provocou descontentamento em quem torcia por uma situação mais delicada, mesmo que isso represente prejuízo para todos. É a visão tacanha que se sobrepõe à realidade e ao que realmente importa.

FUNDO

Falando em visão pequena, a tentativa de criação de um polêmica em torno do Fundo Municipal de Saúde é mais uma exemplo lamentável dessa postura. Pegaram o valor constante no Fundo em 31 de dezembro do ano passado e tentaram apresentar como se esse valor estivesse ali, à disposição do prefeito e não fosse usado.

Na verdade, esse recurso está vinculado a diversos programas de saúde mantidos pelo Município. Não existe sobra. Aliás, a Lei Complementar 172 que também é citada autoriza os municípios a utilizarem os saldos desse fundo relativos ao ano passado para o combate a Covid-19.

A lei não autoriza o uso dos recursos mensais. Então, atualizar mensalmente o Fundo para dar esse entendimento é uma manobra covarde. Como esse recurso foi totalmente utilizado, nem deveria existir a discussão sobre isso.

INVESTIMENTOS

Também é preciso entender que se, por acaso, o dinheiro do Fundo fosse utilizado para outro propósito, os programas mantidos por ele teriam que ser cancelados.
E são programas essenciais. Vale ler matéria na página 7.

De outra parte, também é preciso destacar que o Governo Municipal tem feito investimentos significativos para o combate a pandemia.

Além das ações diretas de saúde, também estão nessa relação a ampliação de programas como a distribuição de cestas básicas e a manutenção da distribuição de refeições aos cadastrados na Cozinha Comunitária do Bairro Sepé, só para citar dois exemplos.

POLITICAGEM

Dirimidas as dúvidas sobre o Fundo Municipal de Saúde, fica a certeza de que a questão não tem relevância na discussão sobre as ações de combate a pandemia, mas sim um débil factoide.

EMPRESÁRIOS

Outro ponto lamentável dessa situação é o envolvimento da campanha de arrecadação de recursos para a instalação de cinco novos leitos de UTI no Hospital Santo Ângelo.

Ao tentar desgastar o prefeito Jacques Barbosa, afirmam que o Governo Municipal fez “uma vaquinha” entre os empresários mesmo possuindo recursos. Ora, os empresários se cotizaram entendendo a necessidade e realizando uma ação elogiável, mostrando comprometimento com uma causa comunitária de extrema importância.

E o Governo Municipal aderiu a campanha, destinando R$ 150 mil em três parcelas. Tentar desmerecer essa atitude altruísta dos empresários locais é uma jogada de pouquíssima inteligência. Afinal, todos os envolvidos nesse campanha sabem exatamente como ela foi formatada, desenvolvida e os resultados obtidos.

 

Para refletir
“Sentir é criar. Sentir é pensar
sem ideias, e por isso sentir
é compreender, visto que
o Universo não tem ideias”.
Fernando Pessoa

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