A La Pucha: A guerra da ciência

0
302

Cientistas estão trabalhando para decifrar o vírus e apresentar vacinas que possam imunizar a população. Mas enquanto isso não acontece, a prevenção com o distanciamento e a higienização ainda são os métodos mais eficazes. Equilibrar essa situação com a economia é um desafio, mas de certa forma está se conseguindo fazer.

Os estabelecimentos comerciais atendem aos protocolos recomendados e, em sua grande maioria, não estão expondo seus funcionários e clientes a um risco evidente. As festinhas e aglomerações, não.

Estão nelas os maiores riscos e, por isso, nas últimas semanas o que se verifica são as contaminações de núcleos familiares.

FABS

O aumento das alíquotas dos servidores municipais para o FABS, de 11% a 14%, é uma das tantas medidas geradas pela reforma da Previdência aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado e tida como “grande conquista” pelo Governo Federal.

Não havia saída, os municípios estão obrigados a adequar a sua legislação até 31 de julho e se assim não procederem terão suspensos os repasses de recursos federais, o que seria o caos. Além do mais, o Governo estabelece os 14% como alíquota mínima.

Ou seja, a parte dos servidores poderia ser estabelecida até 22,5%, mas a administração de Santo Ângelo preferiu manter no patamar mínimo.

Contradição

Mas é curioso ver alguns vereadores que faziam discursos fortes defendendo a reforma da Previdência, criticando o projeto que é fruto daquilo que defenderam com veemência.

Contradição 2

Outra contradição verificada na sessão da última segunda diz respeito a críticas feitas ao projeto, sem levar em conta a determinação oriunda da Receita Federal e sem considerar que no início dos anos 2000, na administração de José Lima, a alíquota dos servidores teve que ser alterada de 3% para 11%, numa situação semelhante. Já diz o velho ditado, não deve atirar pedra quem tem telhado de vidro.

Lixão

O vereador Vando Nolasco (PDT) destacou em seu pronunciamento na sessão da segunda-feira uma situação que realmente incomoda a população. São os lixões clandestinos. E isso só se resolve com consciência, como bem disse Nolasco.

Infelizmente, muitos ainda insistem em depositar lixo em terrenos baldios e essa é uma ação que prejudica a todos.

Perguntar não ofende

Os números da Covid-19 no Brasil seguem assustadores e continuam crescentes no Rio Grande do Sul. Mas como explicar quem ainda circula sem máscara e as aglomerações registradas todos os finais de semana na cidade?

Só para lembrar

Deveríamos estar acompanhando justamente o contrário. As pessoas se cuidando, se protegendo e protegendo as demais. Evitando o caminho mais dolorido que escolhemos seguir.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here