A La Pucha: Disputa acirrada pelas 15 cadeiras da Câmara

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A disputa pelas vagas na Câmara de Vereadores está muito acirrada. São muitas avaliações, projeções e apostas. A verdade é que não dá para cravar se teremos uma renovação significativa ou não.

Alguns apostam nisso. Acreditam que o desgaste da classe política provocará esse mudança. Outros entendem que a cada eleição a renovação é tida como algo certeiro, mas acaba não se confirmando.

Penso que, em se tratando de uma eleição que possui algumas diferenças muito relevantes em relações às demais, o cenário torna-se ainda mais nebuloso.

O fim das coligações para as candidaturas a vereança provoca uma necessidade muito maior das nominatas contarem com os chamados “puxadores de votos”. Chapas com poucos candidatos, muito dificilmente conseguirão atingir o número mínimo para conquistar uma cadeira.

Também tem a pandemia, que pelas suas características dificultou para os novatos e pode até favorecer os já conhecidos. Apenas teorias.

O X da questão

Vamos conhecer, por volta das 19 horas, os eleitos pela população. É o que vale. A campanha em Santo Ângelo tomou rumos nunca vistos, mesmo com todo o acirramento político que sempre tivemos.

Foi clara a estratégia de tumultuar para confundir. Uma estratégia antiga, mas que foi potencializada com as redes sociais. Mas, já na noite de domingo, a maior parte disso tudo ficará para trás.

Mesmo que os protagonistas de tudo de lamentável que acompanhamos ainda tenham que responder por muitos de seus atos na Justiça.

Só para lembrar

O domingo é de eleição. O eleitor precisa lembrar de usar a máscara, levar a sua própria caneta, o documento de identidade com foto e até o título de eleitor.

Mas o mais importante é votar com consciência, sem cair nas armadilhas que muitos montam nas épocas, ainda mais agora, com as detestáveis fake news, mentiras, distorções e manipulações.

Analise a trajetória de cada candidato e verifique quem realmente tem condições de fazer aquilo a que está se propondo.

Perda de um esteio

Nossa família sofreu um baque forte nesta semana. Nosso amado Francelino Dornelles Sobrinho, o Tio Pilo, faleceu. Do alto dos seus 99 anos, do gauchismo que conservava nas vestes, nos hábitos e no coração, sempre foi referência.

Lúcido, encantando a todos com seus versos e sua incrível memória, transformava reuniões e festas em momentos especiais de convivência familiar. Tive a oportunidade de visitá-lo no domingo. Ele e a tia Ceni estavam bem, abatidos pelo afastamento que a pandemia impõe. Não pude dar o abraço que sempre foi muito carinhoso e na segunda, faleceu.

Mas nos deixa bons exemplos e ótimas recordações. Continua conosco, sempre.

Perguntar não ofende

Decisão tomada ou ainda é possível um convencimento de última hora?

 

Gaudêncio, o abobado

Gaudêncio anda agitado. Ele acredita em tudo, por isso, ganhou o apelido de “abobado do rincão”. E nesta semana, com muita informação e ainda mais desinformação, Gaudêncio pirou e, mesmo com toda a sua ingenuidade, notou que quem muito agita e tumultua é porque falta qualidade no conteúdo .

 

  • A polêmica em torno da interrupção dos estudos clínicos acerca da vacina Coronavac poderia ter sido evitada com um pouco de sensibilidade. Bastaria primeiro apurar bem o caso da morte de um voluntário. Mas não, preferiram criar toda a celeuma e provocar um desgaste desnecessário, envolvendo até o presidente, que aproveitou a onda e deu mais uma das suas famosas derrapadas.

 

Para refletir

“Sete pecados sociais: política sem princípios, riqueza sem trabalho, prazer sem consciência, conhecimento sem caráter, comércio sem moralidade, ciência sem humanidade
e culto sem sacrifício”.
Mahatma Gandhi

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