A La Pucha: Machado quer PP protagonista

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Advogado Luís Clóvis Machado da Rocha, que até a pouco ocupava a presidência do PP santo-angelense, deixou claro que pretende disputar a convenção do partido com desejo de concorrer a prefeito.

Em entrevista na “live” do amigo Geovani Gisler, salientou que entende que o PP tem que ser protagonista e não coadjuvante. Por essa razão, frisa que somente disputará a eleição sendo candidato a prefeito, não aceitando ser vice. Acentuou que a decisão soberana é do diretório do partido e respeita isso. “Como democrata tenho que submeter à decisão do partido, não tenho outro caminho”.

 

Embora o inverno inicie oficialmente somente no dia 20 de junho, a temperatura
despencou nesta semana, com registro de geada em alguns locais. E com o frio, além da Covid-19 e da dengue, a gripe chega junto. Diante disso, cuidados devem ser redobrados.

O X da questão

Cresce movimento para que as eleições municipais deste ano sejam prorrogadas para 2022, quando seria então realizado um pleito geral. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e a Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) defendem essa ideia.

Na própria Associação dos Municípios das Missões (AMM) esse posicionamento também é defendido pela maioria dos prefeitos. Já o ministro Luís Roberto Barroso, que recentemente assumiu a presidência do TSE, diz que isso está fora de questão e crava que os novos prefeitos e vereadores assumirão seus cargos no primeiro dia de 2012.

Entretanto, a definição depende da pandemia, se vai arrefecer ou não. Dependendo do cenário que estiver vigorando é que será tomada a decisão.

 

“Até a glória e a virtude têm inimigos, pois parecem condenar procedimentos contrários postos em confronto com elas”.
Tácito

“Eletronização” da Justiça

A observação foi feita pelo advogado Itaguaci Meirelles Corrêa em entrevista na Super Rádio Santo Ângelo nesta semana e é absolutamente pertinente. Aliás, penso que a experiência do período de pandemia pode servir para referendar e ampliar essa e outras práticas. Os resultados somente o futuro apontará se serão positivos ou negativos.

Segundo Itaguaci, a “eletronização” ou “virtualização” da Justiça é algo irrefutável. “Se isto, no futuro vai efetivamente repercutir positivamente na definição dos conflitos sociais é uma grande indagação”, observa.

Itaguaci contou que tem participado de julgamentos virtuais, tanto na Corte gaúcha, quanto nas cortes superiores, e disse que “se é muito mais rápido, torna o fato muito distante daquilo que efetivamente é”. E aí reside o perigo.

“ O caminho é irreversível, mas temos que criar dispositivos que funcionem, como por exemplo, como serão as audiências de instrução, de onde serão realizadas essas reuniões. Muito cuidado, muita parcimônia. Alguns atos, como as audiências ainda acredito que terão que permanecer no meio físico, na presença do juiz porque é dessas solenidades que se extraem a credibilidade ou não dos depoimentos dos envolvidos”, acentuou.

 

Notícias falsas, as famosas “fake news” agora representam liberdade de expressão?

 

Casos de Covid-19

Os casos de Covid-19 aumentam todos os dias em Santo Ângelo. Isso é fato. Porém, é bom lembrar que são casos contabilizados desde o dia 25 de abril, quando foi confirmado o primeiro.

Igualmente é bom frisar que dos últimos casos, 22 estavam relacionados a apenas duas situações. A primeira é a realização de cultos e a segunda a um núcleo familiar.

Outra situação é positiva em meio a toda essa situação preocupante é que 25 pessoas já estavam recuperadas da doença em Santo Ângelo até esta sexta. Na região das Missões, o índice de recuperação dos infectados já supera os 50%.

Dados que reforçam o acerto das medidas que foram tomadas. Planejamento, organização e sensibilidade são essenciais num contexto como esse e isso não está faltando para as autoridades locais nas decisões sobre a pandemia.

 

Propostas ultrapassadas

Guardar coerência ao discurso é o argumento usado por Machado para a sua posição. “São propostas ultrapassadas. Vejo alguns, por exemplo, que foram duas vezes prefeito, vice-prefeito e vem falar para a sociedade que querem fazer o novo. Convenhamos, né, por que não faz quando estava lá?”, questiona.

 

Decadência

Do “saio da vida para entrar na história”, de Getúlio e do “forças ocultas” do Jânio passamos pelo “aquilo roxo” do Collor, a “marolinha” do Lula, o “estocar vento” da Dilma, até chegar ao “querem a nossa hemorróida” de Bolsonaro. No nível, é ladeira abaixo, sem dúvida.

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