A La Pucha: só para lembrar

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Resultado da última pesquisa: dólar longe em primeiro, disparado, com a possibilidade de não ter segundo turno, mesmo que a gasolina esteja reagindo. Quem já despencou e não mostra nenhuma possibilidade de recuperação é o poder aquisitivo do trabalhador.

O X da questão

O Governo do Estado insiste na Consulta Popular. Com o passar dos anos, os atrasos nos repasses e a inclusão de ações e serviços que deveriam ser automáticos por parte do Estado, o sistema foi se definhando.

Para ter ideia, para a Consulta Popular deste ano, o valor disponibilizado será de R$ 20 milhões. Desse valor, R$ 10 milhões serão quitados em 2021, os outros R$ 10 milhões avaliados conforme a condição financeira de 2022. Nem a garantia de cumprir o parcelamento estabelecido existe. Desta forma, não tem como uma iniciativa assim prosseguir.

A votação da Consulta Popular, acontecerá esse ano entre 26 de outubro e 3 de novembro, de forma 100% virtual, em razão da pandemia.

Para receber o recurso, a região precisa ter a participação de no mínimo 2% do eleitorado. A Região Missioneira precisa de pelo menos 5 mil votos. É preciso ter em mãos os dados do Título de Eleitor. O eleitor precisa escolher uma demanda e votar no site consultapopular.rs.gov.br

Neste ano, as demandas escolhidas na região são as seguintes:
1 – Curso Guia Turístico
2 – Centro Tecnológico de Pesquisa e Inovação das Missões (análise do solo)
3 – Projeto de apoio a gestão das Agroindústrias das Missões

São Miguel flexibiliza atividades turísticas

A administração municipal de São Miguel das Missões publicou na quinta-feira (22) decreto que regula a retomada gradual das atividades turísticas no município.

O documento detalha o Plano de Retomada do Turismo e determina o cumprimento de rigoroso protocolo sanitário.

A flexibilização vai beneficiários meios de hospedagem, atrativos turísticos, transportes turísticos, agência de viagens e operadoras. O segmento da gastronomia também está incluído. Todos terão que assinar um termo de responsabilidade sanitária.
Esse foi um dos setores mais afetados pela pandemia, com reflexos muito graves no fechamento de empresas e extinção de vagas de emprego. Agora, iniciará um período de tentativa de retomada, que deverá ser lenta e estimulada com ações criativas. Um grande desafio.

Gaudêncio, o abobado

O meu amigo Gaudêncio acredita em qualquer coisa. Não duvida de nada e, por ser assim tão ingênuo, já ganhou o apelido de “abobado do rincão”. Pois bem, o Gaudêncio acredita mesmo que “dar migué” para não comparecer em depoimentos para o qual foi convocado é coisa de pessoa correta. Gaudêncio não toma mesmo jeito.

Pandemia

As medidas de relaxamento vão ocorrendo, mas os números voltam a assustar, tanto no contágio como óbitos. E esse é o indicativo mais forte de que realmente não dá para vacilar.

Perguntar não ofende…
Deu no jornal. A manchete é “A revolta da vacina”.
Bem atual, mas a edição é de 1904.
Não parece que alguém vive num passado muito distante?

> As palavras textuais do presidente foram: “Não se justifica um bilionário aporte financeiro num medicamento num medicamento que sequer ultrapassou sua fase de testes”. Perfeito, não fosse o caso do próprio Bolsonaro ter assinado a Medida Provisória que destina R$ 1,9 bilhão para a vacina de Oxford, ainda em fase de testes, sem eficácia comprovada.

> Segundo denúncias de líderes oposicionistas exilados, em meio as transmissões de beisebol os narradores são obrigados a mandar abraços para Maduro e outros líderes chavistas. Opa, peraí, os comunas da Venezuela estão fazendo escola por aqui.

> Segundo último levantamento do IBGE, o Brasil conta com mais de 13 milhões de desempregados. Entretanto, o IBGE não coloca no mesmo bolo aqueles que não estão procurando emprego. Se o cidadão dizer que não está procurando emprego porque cansou e não conseguiu, ele não entra na relação dos desempregados. Ou seja, o número é muito maior.

 

Para refletir
“O homem não
é nada além daquilo
que a educação
faz dele”. 
Immanuel Kant

 

 

 

 

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