Gente e Negócios: URI, 28

0
73

ASSIM como tantos de nossa gente, pertenço àquela geração dos que quando jovens, lá nos mágicos anos 1960 e 1970, faziam coro aos anseios da comunidade inteira, bradando aos quatro ventos em todas as mídias da época, jornais, rádios, auto-falantes, cartazes e comícios, um só grito sem cessar:

“QUEREMOS A UNIVERSIDADE DAS MISSÕES”

As autoridades da época, prefeitos, vices, vereadores e deputados, juízes e promotores, padres, bispos e pastores, assim como entidades de classe laborais e patronais, tinham esse como o mantra maior em todas as situações.

Santo Ângelo, como toda região missioneira, vivia seus anos dourados em taxas
de desenvolvimento. Indústrias cresciam e trocavam sedes por maiores parques fabris,
o comércio se multiplicava, área de serviços era a moça bonita que todos queriam namorar já sabendo que seria em breve a fatia maior da economia.

Por sua vez o setor primário abria mais e mais lavouras, especialmente de trigo e soja, já sob o impérito da busca por maior produtividade. As lideranças que já haviam conquistado
a Faculdade de Direito via CNEC, cursos de Letras e Filosofia em parceria com os Capuchinhos da Fidene, mãos dadas com a Prefeitura que abriu a guaiaca, trataram de comprar terras ao norte da cidade dos Palotinos e plantar a placa: aqui será construída a Universidade das Missões.

Era o sonho de todos, políticos, empresários, operários, doutores e zé ‘ninguéns’ cada vez mais perto. Cartazes nas lojas, passeatas nas ruas, audiências em mil e um gabinetes de Porto Alegre e Brasilia, sempre com um só objetivo, conquistar a Universidade.

Em 1964 foi criada a AMES, veio a FUNDAMES, também as Faculdades Integradas, até que ao raiar dos anos 90 esforços regionais se uniram para implantar a Fundação Regional Integrada (FuRI), que se transformaria na mantenedora da UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E MISSÕES (URI), tendo sob seu teto todos os sonhos e todos os esforços de Santo Ângelo, Frederico Westphalen, Erechim, São Luiz Gonzaga, Santiago e Cerro Largo.

Pronto, nascia em 19 de maio de 1882, com assinatura do Ministro da Educação
de então, um dos maiores cientistas do Brasil e um dos maiores santo-angelenses de todos
os tempos, JOSÉ GOLDENBERG, nascido ali frente à praça Leônidas Ribas, nos altos da antiga Casa Reich, a tão sonhada e batalhada Universidade. E que em 28 anos de vida,
transformou-se numa das mais importantes Universidades Comunitárias do Brasil.

Pela data, pelo significado, registro meus cumprimentos aos caros amigos, presidente da FuRI JACSON CERVI, Reitor ARNALDO NOGARO, Diretores de nosso campus GILBERTO PACHECO, MARCELO STRACKE e BERENICE R. WBATUBA, berm como a todo quadro de professores, funcionários e milhares de atuais e egressos dessa que vi sonhada, nascida e transformada em exemplo de UNIVERSIDADE.

Veiga e Sete doam iluminação pública

NA foto o empresário TIAGO VEIGA, diretor da VEIGA SOLAR e VEIGA DISTRIBUIDORA, quando em seu nome e dos diretores PAULO e PAULINHO SKONIESKI, da SETE CONSTRUÇÕES, promovia a entrega à Prefeitura Municipal, de uma série de luminárias públicas, tipo led, doadas e instaladas no início norte da Avenida Universidade das Missões.

Um belíssimo gesto que tem grande significado comunitário, unindo esforços de organizações privadas com o poder público, a fim beneficiar ainda mais a população.

 

 

VALDIR DA SILVA LIMA, Liquidante da COTRISA, convocando Assembleia Geral dos associados para o próximo dia 4 de junho, no Centro Administrativo da Cooperativa,
na rua Florêncio de Abreu, 1557. Em pauta prestação de contas pelos atos praticados nos últimos seis meses, bem como o encerramento de 29 CNPJs  da COTRISA. A cooperativa tem atualmente 5.736 associados com direito a voto.

 

 

EM curso mais uma importantíssima obra urbana, na forma de 620 metros de drenagem pluvial na rua 25 de Julho. Iniciando na altura da esquina com a rua Marechal Floriano
e indo até o rio Itaquarinchim, com investimentos na ordem de 800 mil reais, segundo o prefeito JACQUES BARBOSA, cuja Administração atende assim mais um dos pleitos ansiados pela população.

 

MUITA gente se indagando como será o mundo pós-pandemia do Covid-19. Com toda humildade penso que não será muito diferente. Isso porque as mudanças já estão acontecendo. E vem acontecendo há bom tempo. Especialmente no comportamento pessoal. Cada vez teremos menos heróis salvadores  da Pátria e cada vez mais criaturas conscientes do seu papel na comunidade inteira. E será muito bom que seja assim!

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here