Rádio Visão: Feaagri-Missões não será mais em setembro, mas feira está confirmada em outra data a ser definida

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Encontro das entidades nesta sexta-feira decidiu pelo adiamento e Feira já conta com apoiadores, como o BRDE, onde as lideranças estiveram reunidas em fevereiro

Em reunião nesta sexta-feira pela manhã, no Centro Municipal de Cultura de Santo Ângelo, entidades organizadoras da 10ª Feira da Agroindústria e Agricultura Familiar (Feaagri-Missões) decidiram adiar a realização da feira, prevista para ocorrer entre os dias 3 e 7 de setembro no Parque de Exposições. Presente ao encontro, o deputado Eduardo Loureiro detalha que a ideia é promover o evento em novembro, se a pandemia estiver controlada, sem registro ou aumento dos casos. Do contrário, a Feaagri-Missões pode ser transferida para o ano que vem.

Loureiro vinha se dedicando há meses na viabilização da feira, tendo organizado diversas agendas em Porto Alegre, em órgãos como o BRDE, Corsan, Banrisul e Badesul, para buscar apoio, patrocínio e parceria para as atividades programadas. “A Feaagri-Missões é uma das maiores feiras da região, uma vitrine que mostra a força da agroindústria familiar, a pujança do comércio e da indústria, e os atrativos da gastronomia, artesanato e entretenimento. Por isso, vamos continuar lutando para a feira acontece, se não der neste ano, faremos no próximo”, destaca o deputado.

Para definir a data, no começo de julho uma nova reunião com o prefeito Jacques Barbosa, o coordenador da 10ª Feaagri-Missões, Daniel Casarin, representantes do Sindilojas e o deputado Loureiro, será realizada para bater o martelo, mas que a feira vai ocorrer, isso é certo que vai. A pandemia é que vai dizer quando.

 

Vereador classifica de ultrapassados projetos de grupo que pretende voltar à Prefeitura

Utilizando o espaço do Pinga Fogo da Câmara de Vereadores na sessão da última segunda-feira, o vereador Vinícius Makvitz, presidente do MDB, rebateu duramente as críticas que seu partido vem recebendo, e lançou chispas sobre um grupo de ex-ocupantes dos cargos de prefeito e vice, e que agora tenta voltar para a Prefeitura, tentando montar um suposto projeto de retomada do desenvolvimento.

Sem fazer rodeios, e falando em alto e bom som, o vereador lançou uma pergunta intrigante: “Por quê não fizeram isso, quando estiveram lá na Prefeitura?”

Sem citar números e nomes, o vereador deu a entender que pelo menos um dos postulantes em retornar a Prefeitura, já esteve lá por 12 anos, sendo quatro como vice-prefeito e oito anos como prefeito. Sem contar que o atual vice-prefeito, também postulante, está por fechar quatro anos de mandato.

Um atento leitor mandou perguntar se 16 anos não foi o suficiente  para montar um mínimo de projeto para Santo Ângelo? Por fim, pediu para que deixem o MDB trabalhar!

 

70% dos alunos não tem internet

Foto: Fernando Gomes/AI Prefeitura de Santo Ângelo

Tentando salvar o ano letivo de 2020, a Secretaria Municipal de Educação de Santo Ângelo implementou um protocolo de estudos não presenciais, em que os alunos recebem o material em casa para realizar tarefas didáticas, a exemplo do que ocorre também com as Escolas da rede Estadual.

Contudo, a secretária de Educação descobriu que a tarefa será árdua para fazer chegar os temas e resumos de apostilas nas casas dos estudantes. Ocorre que entre 60 e 70 % dos alunos da rede municipal ainda não tem internet em casa. Por isso, o trabalho será dobrado.

De acordo com o protocolo, para os alunos que não tem esse suporte, os professores preparam o material e o enviam para as escolas.

Lá, os professores fazem um plantão das 8 às 11 horas e entregam material para os pais, que os levam para os filhos. Na semana seguinte, devolvem o material com os temas realizados para avaliação dos professores e levam novo pacote para casa.

Para a secretária de Educação, professora Eliane Carpes, foi a única maneira encontrada para salvar o ano de 2020 e não retardar ainda mais o avanço pedagógico dos alunos.
É o mundo se reinventando no meio da pandemia.

 

Construtora salva 120 empregos

Um exemplo de determinação está sendo dado pelo empresário, Valdeci Stiller, da Stiller Construtora, uma das principais construtoras de condomínios de Santo Ângelo.

Ancorado pela premissa de que a construção civil faz parte das atividades essenciais, tanto para manter empregos, quanto para continuar girando a economia, a construtora bateu de frente contra a pandemia do coronavírus lá pelo mês de março, mas não esmoreceu.

Com quatro condomínios em andamento, o empresário reuniu sua equipe de frente, e estabeleceu um protocolo de quem deveria e quem não deveria trabalhar.

O primeiro passo foi limpar a carteira de férias, reduzindo um pouco o ritmo da construção, mas sem interrompê-la. Depois ficou de olho em funcionários que poderiam ser enquadrados no grupo de risco, mas o número foi mínimo.

Dessa forma, com pequenos remanejamentos, conseguiu manter em atividades nada menos do que 120 trabalhadores entre diretos e indiretos. Afora a manutenção do emprego de todos eles, a Stiller está dando absoluta preferência para o comércio local. Nada menos do que 80 % dos insumos utilizados nos quatro condomínios, incluindo aí, cimento, areia, tijolos, tintas, material elétrico e material hidráulico entre outros, estão sendo comprados em Santo Ângelo.

Os empresários do ramo, penhoradamente agradecem!

>Ambiente político continua pesado em Brasília. A polêmica da hora são as nomeações de pessoas ligadas a partidos do Centrão pelo governo federal. Uma das siglas de maior apetite tem sido o Partido Liberal (PL), liderado pelo ex-deputado Valdemar da Costa Neto, condenado no mensalão. Imprensa do centro do país informa que o partido deverá emplacar o novo presidente do Banco do Nordeste, dentre outras indicações.

 

>O grande volume de obras públicas em andamento no município de Santo Ângelo tem sido muito importante para manter a economia aquecida e tem ajudado na recuperação dos empregos. Os investimentos são fruto de um forte trabalho, liderado pela administração municipal, na captação de recursos junto a outras esferas de governo.

 

>Dentro da macrorregião noroeste, que inclui Santo Ângelo, Ijuí, Santa Rosa e Cruz Alta, dados atualizados ontem a tarde pelo governo do Estado revela que as Missões apresentam a menor ocupação de leitos de UTI. O índice era de 47,2%. Ijuí apresentava a maior ocupação, cujo índice chegava a 85%. Isso mostra que a conquista de mais nove leitos de UTI para o Hospital Santo Ângelo dias atrás, numa articulação liderada pelo deputado Eduardo Loureiro e pelo prefeito Jacques Barbosa, foi fundamental.

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