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Dívida brasileira chega a 1,8 trilhão de dólares

A revista do SESCON deste mês entrevista o economista Antônio Carlos Fraquelli, da FEEE – Fundação Estadual de Economia e Estatística, com muito orgulho, meu querido e admirado professor. Na entrevista, Fraquelli alerta para o que poucos estão avaliando, mas que precisa-se discutir mais em 2012 e seguintes, ou seja, a dívida brasileira que alcançou no final de 2011, a marca de 1 trilhão e 800 milhões de dólares!

É bem verdade que todos os países tem dívidas e que alguns indicadores econômicos do Brasil estão melhorando, enquanto que dos países ricos estão piorando. A diferença é que nós estamos saindo lá de baixo e eles estavam lá em cima. Além disso, a dívida brasileira é proporcionada por gastos do governo muito acima da capacidade produtiva do país. Fraquelli afirma que “se o problema é inflação, precisa-se conter o gasto, se o problema não é a inflação, é a atividade econômica que está caindo” e complementa dizendo que “procura-se aumentar o gasto, gerando inclusive, mais dívida.”

Precisamos aproveitar o ano de 2012 para discutir novas formas para conter a queda da atividade da indústria nacional, que vem perdendo espaço para tantas importações e principalmente, conter o gasto público, que corrói as riquezas que arduamente conseguimos produzir.

Inovações na publicidade para 2012

Temos visto cada vez com maior frequência situações em que linhas de produtos ou meios de comunicação considerados em extinção ganham nova vida com inovação e tecnologia. Os anúncios de televisão, jornais e revistas já foram declarados mortos mais de uma vez por alguns grupos. Porém, com inovações constantes e o bom uso da tecnologia disponível, um novo ciclo de vida é possível, gerando atratividade. No caso dos meios de comunicação, o YouTube vem ampliando a audiência de anúncios de TV e o iPad fazendo os anúncios gráficos voltarem a ser atraentes. Vejamos outros prognósticos:

Encontro de telespectadores: para 2012 e seguintes, se vislumbram novas formas de interação da internet com a TV, transformando o ato de assistir TV em um evento coletivo da comunidade virtual. “Aplicativos como o Get Glue convidam os telespectadores a acessar um programa e conversar com outras pessoas que estão assistindo à mesma coisa”, diz Daniel Khabie, da Digitaria, consultoria de marketing digital da WPP PLC.

Conteúdo mais atrevido: Glenn Cole, da 72 & Sunny, afirma que as grandes marcas vão criar conteúdos cada vez mais atrevidos, que atraiam a atenção e o respeito do público mais jovem.

Sugestões de produtos: além de pequenas telas piscando nas prateleiras dos pontos de venda com promoções de produtos, máquinas semelhantes a quiosques vão oferecer “sugestões de produtos” personalizadas, diz Michele Fabrizi, diretora executiva da MARC USA. “Então, se você quiser comprar o mesmo tom de batom ou a mesma cor de tinta de parede, a máquina poderá lembrar o que você comprou antes.”

Menos Facebook: estima-se que os usuários do Facebook gastem hoje uma média de seis horas e meia por mês no site de rede social, mas muitos publicitários já prevêem que a popularidade do site vai cair um pouco.

Tudo pelo celular: o que já se mostrou muito eficiente nos testes dos anos anteriores e vem se desenvolvendo bem nos últimos dois anos, como o uso do celular para a publicidade, compras e vendas, em 2012 será consolidado. Aquela euforia de compras que vemos nestes dias de liquidação em janeiro, possivelmente veremos a partir de 2012, como “Quinta-feira Celular” e a “Segunda-feira Cibernética”, ou seja, a ligação entre os celulares e o comércio vai se fortalecer cada vez mais, o que também significa mais conveniência para o consumidor e de quebra, mais dinheiro para quem tem negócios com a telefonia móvel.