Espiritualidade e ciência

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Já está comprovado através de pesquisas científicas que a fé é ingrediente importante para pacientes que sofrem com alguma doença física ou psíquica. Pensar e acreditar que existe algo além do material e terreno, que nos manda fluidos benéficos, força e coragem para enfrentarmos os momentos difíceis e as provações aqui na terra, faz com que tenhamos mais saúde mental e, assim consigamos atravessar dificuldades de forma mais rápida e com mais serenidade.

Nesta semana, lendo a revista Psique ciência e vida, soube a respeito de mais uma pesquisa direcionada a questão da espiritualidade. Desta vez com pessoas que possuem algum tipo de retardo mental.

“Práticas espirituais podem contribuir para a evolução clinica e comportamental de pessoas com deficiência mental. Pelo menos é o que mostra um estudo, conduzido pelos psiquiatras Frederico Leão e Francisco Lotufo Neto, do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Nervosos (NEPER) da Universidade de São Paulo.

Os pesquisadores acompanharam 40 homens e mulheres com retardo mental, com idade e grau de deficiência similares.

No final do experimento, os psiquiatras constataram que 55% dos participantes do grupo experimental apresentaram pontuações satisfatórias. O estudo sugere que práticas espirituais podem ser usadas como terapia complementar em pessoas com deficiência mental. Fonte: Rede Psi.”

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a espiritualidade como um fator que não deve ser desprezado, porque pode gerar equilíbrio e declara que, quando ela é bem empregada, o resultado observado é um reflexo positivo na saúde psíquica, social e biológica, tal como o bem-estar do indivíduo.

Não importa qual religião você segue, ou se não segue nenhuma. O importante é ter fé. Procure evoluir espiritualmente, consciente de que isso não fará bem só para a alma, mas para mente e corpo em todas as etapas da vida, seja qual for o seu problema.

 

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