Mãe, nosso contato com o mundo

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Partindo da afirmação de que somos seres sociais e precisamos do outro em todas as etapas de nossas vidas, podemos analisar o nascimento e a primeira infância uma das fases mais delicadas e onde exigimos maiores cuidados já que sozinho não sobrevivemos.

A primeira pessoa que nos proporciona um contato afetivo nesse mundo é a mãe, por isso, reforça-se em todas as teorias o quanto essa relação é importante para um bom desenvolvimento do indivíduo.

Para o psicanalista inglês D. W. Winnicott não existe o bebê, mas sim o bebê com sua mãe. Ou seja, essa união é tão profunda que a mãe vai determinar através de seu afeto e comportamento, a relação da criança com o mundo. Mãe e bebê acabam formando quase que uma unidade.

A mãe representa pontos cruciais na formação do ser humano, é a partir dos conceitos passados por ela que se desenvolverão habilidades no trato social, familiar, psicológico e até mesmo ambiental. A harmonia da casa, o bom relacionamento com o marido e a satisfação própria como mulher devem caminhar juntos para um ambiente familiar saudável. “Estes conceitos estão presentes na formação caráter, que são responsáveis pelo desenvolvimento da responsabilidade e crescimento pessoal de cada ser”(amigos de Freud).

Quando crescemos, dependemos menos de nossas mães, mesmo assim, elas não deixam de ser a referência e influência mais presente para nós, isso porque quando nos relacionamos com outros indivíduos trazemos não só os ensinamentos maternos, mas também toda a experiência que nos foi proporcionada e os frutos dela. Isso determina nossa forma de ser na nossa nova família e com o mundo,

As mães são um pedacinho de Deus na terra, tamanha sua importância. Quem mais gera vida se não Deus? Mães!

 

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