O psicopata mora ao lado

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No livro mentes perigosas de Ana Beatriz Barbosa Silva, é abordado o comportamento do psicopata que, pode estar mais próximo do que imaginamos. Nesse texto abordarei algumas considerações acerca desse transtorno para que possamos refletir e identificar indivíduos que são perigosos.

O transtorno de personalidade antissocial, no CID é chamado de transtorno de personalidade dissocial (Código: F60.2), mas, comumente é referido como sociopatia. É  caracterizado por um desprezo das obrigações sociais, falta de empatia para com os outros. Há um desvio considerável entre o comportamento e as normas sociais estabelecidas. O comportamento não é facilmente modificado pelas experiências adversas, inclusive pelas punições.

Existe uma baixa tolerância à frustração e um baixo limiar de descarga da agressividade, inclusive da violência. Existe uma tendência a culpar os outros ou a fornecer racionalizações plausíveis para explicar um comportamento que leva o sujeito a entrar em conflito com a sociedade.

Vimos, por exemplo, indivíduos que apresentam transtorno de personalidade psicopática que cometem um crime e por vários anos pagam pena de reclusão. É muito provável que essa experiência não vá ser significante para que ele repense o crime ou não venha cometer outro. No momento que esse indivíduo encontrar a liberdade, terá grande probabilidade de novo envolvimento criminoso.

Casos por ano: mais de 150 mil (Brasil)

O tratamento pode ajudar, mas essa doença não tem cura. Requer um diagnóstico médico
Não requer exames laboratoriais ou de imagem.

Crônico: pode durar anos ou a vida inteira.

Pessoas com transtorno de personalidade antissocial (TPAS) podem começar a demonstrar sintomas na infância, mas não é possível diagnosticar a condição até a adolescência ou idade adulta.

Quem tem transtorno de personalidade antissocial costuma mentir, infringir leis, agir impulsivamente e desconsiderar sua própria segurança ou a segurança dos outros. Os sintomas podem diminuir com a idade.

O tratamento pode incluir psicoterapia e apoio aos familiares afetados.

Consulte um médico para receber orientação.

Fonte: Hospital Israelita 

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