Fim do mundo

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Quem nunca ouviu falar no fim do mundo? Será por água, ou por fogo, ou por doença, ou por guerra? Toda vez que se ouve falar nesse assunto, surgem dúvidas e preocupações. Ninguém de sã consciência quer estar presente nesse momento.

Há aqueles que acreditam e há aqueles que duvidam. Verdade seja dita que todos fazem figas para que esse desfecho não venha acontecer.

Respeitando as teorias a respeito, dou guarida à palavra humilde e espontânea de minha estimada mãe. Para ela, ‘o fim do mundo só ocorre para aquele que morre’. Sem questionar se pode existir vida após o desenlace na terra.

Agora mesmo estão circulando notícias dramáticas sobre o que poderá acontecer no final deste ano e início do próximo. Previsões que assustam e devem ser consideradas, mas não a ponto de imporem medo.

O que tiver que ser, será, e não será adivinho que vai indicar os possíveis acontecimentos.

Quando muito são previsões semelhantes ao clima. Pode chover e pode não chover.

O importante é viver intensamente. Do contrário, viver com medo será a mesma coisa que não viver, deixando passar o tempo à espera de uma coisa pior.

Desde criança escuto que o mundo vai acabar.

E continuo com enorme vontade de viver além das previsões.

CONTRASENSO

Do jeito que a criminalidade avança, chegará o dia em que o bandido poderá concorrer a presidente da República, porque votar ele pode. Tem a tal de ficha limpa, que muitos não querem nem ouvir falar, porque ela atrapalhou o sonho de muitos políticos. Perderam a possibilidade de ir à Meca do dinheiro público.

Um fato é incontestável no país. As leis estão cada vez mais frouxas para os que não a cumprem e cada vez mais arrochadas para os brasileiros decentes.

Falam em descriminalizar a maconha, até gente importante defende essa ideia estapafúrdia, e, atrás dessa liberação, virão outras drogas que consomem as famílias. Tudo porque se credita como sendo doente o viciado que alimenta o traficante.

Quem viver verá.

SORTUDO

Sou um sortudo com falta de sorte e nunca vou atrás de benesses que me oferecem por e-mail, por correspondência e por telefone. Já ganhei carro do Programa do Ratinho sem haver participado do concurso. Ganhei o direito de receber da CAPEMI, falida e extinta, a importância de R$ 84.000,00 só porque não mandei R$ 7.000,00. Que sortudo que sou, nem participo de concursos e sou premiado. De concurso sério, nunca ganhei nada. Cuidem-se, pois. Tem muito vigarista dando prêmio por aí.

BARBARIDADE

Falar em mais imposto e mais taxa é extasiar os governantes, porque é dinheiro extra que entra no caixa dos poderes públicos. Que maravilha!

A população não pensa do mesmo modo, pois está sobrecarregada de tributos a ponto de não aguentar mais, ainda mais sabendo que o dinheiro muitas vezes vai parar em bolsas, bolsos, malas e cuecas.
Uma reforma tributária é necessária, mas é histórico que os governantes não querem nem ouvir falar no assunto. Fazem até figas.

É injusto o imposto e a taxa sobre o feijão, arroz, massa, azeite e tantos outros produtos. Sem esquecer a luz que o governo cobra 50,44% de tributos! Uma barbaridade.

Não foi por menos que lutaram os farroupilhas.