Pensar e pensar

0
130

Não é possível responder aos acontecimentos negativos diários sem antes pensar, pensar muito. A precipitação em querer resolver a questão nos empurra para um despenhadeiro. Quem sabe, após uma reflexão madura e responsável, consigamos tornar menor o problema que nos angustia. Não há certeza absoluta de que vamos resolver todos os problemas, mas há certeza, sim, de que a maioria será satisfeita com providências inteligentes.

Nós somos criaturas inteligentes! Ou não? Num primeiro momento, parece que o céu virá abaixo, há uma tempestade de incertezas que nos atormentam. De tal forma nos tornamos pequenos e frágeis, sem condições de esboçar uma reação eficiente diante da adversidade.

O temor é maior que o problema que nos desafia. De dinheiro. Familiar. De negócio. De trabalho. Enfim, essas coisas com as quais convivemos em nossa existência.

Os fortes vencem, deitam por terra os obstáculos, caminham para frente de cabeça erguida. E nós somos fortes. Verdadeiras muralhas humanas sem dar-nos conta da nossa capacidade.

Os fracos não conseguem contornar os caminhos espinhentos, pisam no solo com exagerada cautela e terminam por desistir de prosseguir sua jornada na vida.

Pensar é salutar. Pensar muito antes de tomar uma determinada atitude para evitar uma consequência desagradável.

CANTO

É esperada com ansiedade a realização do Canto Missioneiro, tradicional encontro musical, com participação da região e do Estado.

Um festival que renova a cultura missioneira e que merece o incentivo das forças dinâmicas da sociedade, principalmente do poder público.

Início de administração, indicação do Mário Simon para a Secretaria, dificuldades encontradas no local de realização das noitadas culturais, buscas de patrocinadores, ocasionaram atrasos. Uma vez superadas as dificuldades a toda pressa vamos à realização do encontro cultural já com data aprazada.

CONTRASTE

Enquanto se inauguram estádios de futebol no país, com polpudas verbas públicas, os hospitais filantrópicos amontoam pacientes nos corredores e deixam de fazer cirurgias importantes, porque as suas dívidas crescem sem a resposta positiva do SUS.

Sabe-se do compromisso assumido para com a copa do mundo, para poucos privilegiados, às vezes com valores superfaturados, com desvio de recursos, mas se mantém valores injustos e miseráveis para profissionais da medicina e para os hospitais que atendem pelo SUS.

O esporte merece apoio do poder público, sem ele as coisas não andam, mas, pelo amor de Deus, a saúde da população é muito mais importante.

Até quando haverá essa inversão de valores e esse desrespeito para com a população que depende do SUS?

JORNALISTA

Pedro Belmonte, além de amigo, é de família a qual sempre dediquei admiração. Pois está escrevendo a história santo-angelense a partir de relatos de entrevistas. Claro que com aquele cunho jornalístico que só ele sabe adoçar. Merece, por isto, a acolhida das pessoas convidadas, porque esse trabalho vai perpassar os anos.

Escrever fácil e ao agrado do leitor é a capacidade que o Pedro tem, provando isto nos diversos veículos pelos quais passou e pelos trabalhos valiosos que realizou.

Estou apostando fortemente nos santo-angelenses e mais na opinião dos missioneiros, nova meta de trabalho por ele proposta. Sucessos!