Salvem os hospitais

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Só valorizamos o que temos, quando dependemos de socorro. Aí médicos, enfermeiros, servidores etc. são importantes para nós. Na saúde, ignoramos pessoas e entidades que nos prestam serviços.

Até nos arvoramos de críticos.

Sobrevém a doença, da qual ninguém está imune, então buscamos o urgente socorro e recebemos o melhor atendimento possível. Nem sempre os recursos disponíveis correspondem às necessidades.

Mas será que temos feito um esforço para auxiliar?

Não temos tempo e nem dinheiro para oferecer. Há outras pessoas, mais bem que nós, que devem contribuir. Assim pensamos erroneamente. Porque sempre é possível cooperar a fim de melhorar as condições das entidades de saúde.

Só lamento que os hospitais do interior não recebam os recursos mínimos necessários para sobrevivência, acumulando dívidas que são sempre acrescidas de juros de financiamentos. Também com o valor que o SUS alimenta as despesas contraídas com os pacientes! Milagre ninguém faz, só Deus consegue…

A experiência me provou que os hospitais e os trabalhadores em saúde merecem maior consideração, principalmente os do interior do Estado.

Mas o que vemos? Críticas e comentários imerecidos. E omissão pública.

IMPRESSIONANTE

Movidos pela propaganda e pela informação de juros favoráveis nos financiamentos, as pessoas estão indo ao mercado de automóveis comprando com prazos de até 60 meses. Esquecem de um fundamento importante: além da prestação, há IPVA, vistoria, registro no Detran, manutenção, seguro e desvalorização do bem.
O governo estimula a ida às compras, pois entende que a economia interna deve ser fortalecida diante da crise internacional.

Da mesma forma como há um endividamento e um crescimento na inadimplência pela tomada de dinheiro com desconto em folha, o automóvel poderá tornar o trânsito mais difícil e a população mais apertada. Enfim…

CAMPANHA

Há uma justificável campanha contra o trabalho do menor, que eu respeito. Entendo que é melhor dar trabalho ao menor, mantê-lo ocupado, que permiti-lo rolar pelas ruas fazendo coisas que não deve.

Acredito que melhor que proibir o trabalho do menor é fiscalizar o seu trabalho, orientá-lo, exigindo-lhe a frequência à escola, de preferência técnica.

Digo isto por experiência própria. Trabalhei desde os onze anos, de graça, fiz segundo grau à noite após o trabalho e a faculdade também à noite, paga. Agradeço a oportunidade de ter sido educado assim.

AH, PROMESSAS!

O governo do Estado anunciou investimentos de 172 milhões em reformas de escolas. Todo mundo acreditou. Agora o Secretário da Educação está afirmando que a E. E. Madre Catarina Lépori vai ter de esperar março de 2013. Um ano de atraso na reforma prometida.

Essas coisas não ficam bem e é bom estar atento às eleições que vêm aí. Candidato que promete muito faz pouco.

A verdade faz bem à administração.

Então, é isto. Pode ser que a E. E. Catarina Lepori ganhe sua reforma no ano que vem.