Um mal visível

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É lamentável a realidade. Milhões de brasileiros chegaram endividados no final do ano. Seja qual for o motivo, serão dias de pouca festa e de muita preocupação. Como sair do emaranhado de dívidas?

O certo é que a exceção do desemprego e da doença negócios malfeitos, compras impensadas e facilidade de crédito criaram essa situação. O fato de não pensar nas consequências futuras estimulou a gastança e a busca de empréstimos.

A propaganda bem formulada induziu as pessoas a tomarem dinheiro emprestado para pagamento em ‘suaves’ prestações mensais, a perder de vista. No primeiro momento interessante, no entanto atitude que só deve ser tomada em última instância, quando não há outra solução.

Gente que vendeu férias, décimo terceiro salário, crédito especial e rápido e foi às compras de televisores modernos, refrigeradores, sons, carro zero etc. Foi, em princípio, motivo de forte alegria e de contentamento.

O problema é que ninguém dá dinheiro de graça e nem oferece vantagem que só favoreça o consumidor. Enganam-se os que pensam de forma diferente.

O jeito é proceder a uma análise do momento difícil, ver a despesa que pode cortar, obter do trabalho honesto uma remuneração condizente, enfim, renegociar o débito e evitar assumir novos compromissos.

Será uma dureza essa atividade. Mas o que foi feito, está feito.

POLÍTICA

Eleição à vista. Os candidatos ainda não oficializados e as coligações em namoro já tomam conta da preocupação de lideranças políticas. Até pesquisadores andam pelas ruas anotando a opinião popular.

A população está calada, tudo ouve e tudo vê e pouco fala. Esse assunto não é tão importante.

Porém, pelo que estou informado, diversas tentativas de acordo foram formuladas, além de convites para churrasco e galinhada, regados a cerveja.

Vejo como é saudável estar fora da disputa eleitoral. Tem gente fazendo sacrifícios enormes para apertar a mão de eleitores e de beijar criancinhas nos bairros.

SAÚDE

Importante o trabalho da Prefeitura levando saúde a bairros e ao interior. O investimento poderá onerar os cofres municipais, mas o povo merece bom atendimento de saúde.

Havendo atendimento nas proximidades das residências, bairros e zona rural, a população encontrará socorro para resolver pequenos problemas de saúde, evitando ir ao encontro de unidades na zona central da cidade.

Faz bem a Prefeitura em pensar nesse investimento público. Terá retorno inclusive político.

FÉRIAS

Como bom brasileiro e na aposentadoria vou indo para um merecido (?) descanso à beira-mar.

O ano foi confortável, ainda restou muita energia para gastar em favor dos semelhantes.

É bom dar uma folga ao leitor, ao mesmo tempo buscando novos conhecimentos para transmitir aos que dão o prestígio da leitura semanal.

Com direito a férias de dois meses no JM, retorno em março para este prazeroso contato com os amigos. Final de ano feliz e saúde para todos!