Ah! Se elas soubessem…

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Noite de 11 de abril de 2012, véspera do mais importante julgamento do Supremo Tribunal Federal, que garantiu a gestantes de anencéfalos o direito de interromper a gravidez. Na capital baiana, o espírito de Joanna de Ângelis, freira em duas vidas anteriores, usava a faculdade mediúnica da psicografia de Divaldo Pereira Franco para alertar as mães sobre a repercussão altamente negativa da medida extrema, pleiteada por muitas delas, para, alegadamente, “evitar sofrimentos”. As leitoras Susana Wojcickis da Silva, desta cidade, e Liane Helena Schneider Flach, de Cerro Largo, tiveram a gentileza de me encaminhar a referida mensagem vinda do mundo espiritual.

A iluminada mentora alerta sobre o perigoso precedente, que no outro dia foi aprovado por ampla maioria dos Ministros da Corte Máxima:

– Se exercitares o aborto do anencéfalo hoje, amanhã pedirás também a eliminação legal do filhinho limitado, poupando-te o sofrimento como se alega no caso da anencefalia. Aprende a viver dignamente agora, para que o teu amanhã seja de bênçãos e de felicidade.

Há defensores por aí de que a mulher é dona do seu próprio corpo e cabe a ela, somente a ela, decidir pela prática do aborto ou não. Tais defensores desconhecem as leis maiores do Universo. Desconhecem também que o ser humano não é dono de nada e que o corpo denso da carne não passa de empréstimo do Alto. Ignoram também que estamos sujeitos todos, sem exceção, à sábia e justa Lei de Causa e Efeito. A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Ninguém viola impunemente as leis da vida.

A propósito, Joanna de Ângelis adverte todas as mães que pensam em abortar filhos, anencéfalos ou não:

– Os criminosos legais de hoje recomeçarão, no futuro, em novas experiências reencarnacionistas, sofrendo a frieza do comportamento, aprendendo através do sofrimento a respeitar a vida…

E ao contrário do que sustentavam alguns Ministros do STF é de se ver o que nos ensina o espírito de Joanna:

– Expressivo número de anencéfalos preserva o cérebro primitivo ou reptiliano, o diencéfalo e as raízes do núcleo neural que se vincula ao sistema nervoso central. Necessitam viver no corpo, mesmo que a fatalidade da morte após o renascimento, reconduza-os ao mundo espiritual. Interromper-lhes o desenvolvimento no útero materno é crime hediondo em relação à vida. Têm vida sim, embora em padrões diferentes dos considerados normais pelo conhecimento genético atual.

A FRASE DO CHICO XAVIER – A vida nem sempre segue o nosso querer, mas ela é perfeita naquilo que tem que ser.