Depoimento corajoso

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Há pessoas tímidas que não revelam seus conhecimentos sobre temas polêmicos por temor ao ridículo. Deixam de expor suas ideias, suas crenças, publicamente, na suposição de que serão alvo de discriminações ou zombarias. Eles preferem deixar a vela debaixo da mesa. Esquecem que precisamos compartilhar o pouco que sabemos, pois talvez esse pouco vá secar lágrimas de alguém ou vá apontar rumos para outro que anda desanimado na vida. Ou absurdamente depressivo. Os céticos e zombadores sempre existiram em todas as épocas do nosso planetinha…

Louve-se, pois, a coragem da nossa leitora Denise Zenni Berwanger. Filha do odontólogo aposentado José Alceu Berwanger e da professora Ruth Zenni, que já voltou ao plano espiritual, a Denise reside na Capital do Estado há muitos anos, o que não a impede de ler a nossa coluna por meio eletrônico. Por e-mail ela nos manda depoimento corajoso sobre os ufos ou objetos voadores não identificados, assunto abordado em colunas anteriores. A Denise é uma das tantas pessoas que presenciou as revoadas espetaculares dos ufos e não tem medo de contar o que viu, conforme o relato a seguir:

– Eu também vi discos voadores aqui em Porto Alegre. Não lembro bem o ano mas deve ter sido 1999 ou 2000. Estava eu na janela do meu apartamento e com surpresa constatei a passagem de um objeto voador não identificado. O aparelho passou perto, mas muito perto de mim, sem que fizesse o menor barulho. Voava como se fosse uma pena, na maior suavidade. Outra vez, num amanhecer, quando vinha de automóvel na estrada para Porto Alegre, avistei três ou quatro ufos parados no céu. De repente, as naves se deslocavam em incrível velocidade. Ora estavam num lado e em segundos estavam em sentido contrário. Presenciamos então os fantásticos deslocamentos dos objetos voadores não identificados por uns quarenta minutos, até que desapareceram das nossas vistas. Na ocasião, chegamos a parar na estrada e nos certificamos de que não se tratava mesmo de aeronaves terrenas.

Sinto-me privilegiada de ter visto objetos voadores não identificados, o que é absurdo ou inacreditável para os céticos. Não me constranjo nem um pouquinho de comentar os fatos e de provocar risos sobre o que estou contando, pois essa maravilhosa experiência com certeza os zombadores não tiveram.

O Evangelho Segundo o Espiritismo aborda os mundos inferiores (são rudimentares os seres que os habitam) e os mundos superiores (habitados por seres desmaterializados, iluminados), sendo a Terra planeta de fase intermediária. Não somos, pois, os seres privilegiados do Universo como alguns supõem e nem os mais evoluídos. A pluralidade dos mundos habitados não é, pois, produto de mentes fantasiosas, mas portentosa realidade que pouco a pouco vamos descobrindo, apesar das respeitáveis opiniões contrárias.

A FRASE DO CHICO XAVIER, comentada por Joseane Huber e compartilhada por mais de trezentos amigos na última semana: – Aos outros eu dou o direito de ser como são; a mim dou o dever de ser cada dia melhor.