E a vida continua

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Ao longo dos séculos, o fenômeno morte sempre intrigou pensadores e religiosos. A morte seria o fim de tudo? Deus seria justo se nos desse apenas uma existência, quando cometemos tantos desatinos? Felizmente, a morte significa apenas passagem para o outro lado da vida. Para se chegar a essa conclusão consoladora basta ler atentamente O Livro dos Espíritos, que nos explica a Justiça Divina sem fantasias. Quem se recusa a ler tão importante obra filosófica, basta prestar atenção a inumeráveis modos pelos quais os desencarnados vêm nos demonstrar que continuam nos amando e estão mais vivos do que antes. Simiana Peralta Saldanha, pessoa idônea, traz o exemplo dela:

– Saí impressionada e emocionada do diálogo que tive com médium de Porto Alegre, que não me conhecia. Recebi a bênção de ter notícias do meu avô falecido quando eu tinha 9 anos e da avó falecida há 12 anos. Do Dilamar, desencarnado há 8 anos, também recebi notícias. Todas as mensagens com dados pessoais, apelidos carinhosos e episódios vividos, detalhes que só nós podíamos conhecer. O Dilamar disse que agora está bem, apenas sente muitas saudades e que me ama muito. E quando chegar a minha hora de desencarnar, ele estará me esperando para ficarmos juntos.

Enquanto nosso corpo físico adormece, nosso corpo espiritual, liberado, embora preso por tênue fio (cordão de prata, segundo os hindus), se comunica com familiares e amigos desencarnados ou mesmo inimigos desencarnados. É o que se chama sonho, tanto estudado por psicanalistas famosos como Sigmund Freud e Carl Gustav Jung. A propósito, Lorni Arnold nos exemplifica;

– Minha mãe e eu falávamos muito como seria a vida depois da morte. Algum tempo depois da desencarnação, ela me apareceu em sonho e contou que é lindo o lugar onde se encontra e todos têm o seu trabalho.

Crianças até os sete anos não estão totalmente materializadas. O médium Hercílio Maes me contou que, aos 4 anos, brincava com crianças desencarnadas. A mãe ouviu os diálogos e levou de imediato o menino ao pediatra, que sentenciou:

– O menino tem vermes…

Jussara Brachtvogel conta que o neto, com 3 anos, conversa com o avô desencarnado, que ele não conheceu no cenário terreno.

Zilá Andres, no mesmo sentido, também comenta que a neta conversava com a bisavó desencarnada e então sorria muito.

E a leitora Márcia Winter revela que a filha Ana conversava com vovó desencarnada que morava em casa ao lado da sua. Diz a Márcia:

– Eu acordava e a Ana sentada na cama, falando… Perguntava com quem ela conversava e ela respondia que era com a vó Cila.

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