Experiência fora do corpo

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O médico Waldo Vieira, atualmente residindo em Foz do Iguaçu, tem livro intitulado “Projeções da Consciência: Diário de Experiências Fora do Corpo Humano”. O que é isso? O próprio pesquisador responde: “Sair do corpo humano, com lucidez, é a mais preciosa e prática fonte de esclarecimentos e informações prioritárias acerca dos mais importantes problemas da vida, elucidando-nos sobre quem somos, de onde viemos e para onde vamos”. Alguns denominam o mesmo fenômeno como desdobramento do espírito e o santo-angelense Giovani, 40 anos de idade, residente em Porto Alegre, chama de viagem astral.

Mas o Giovani, pseudônimo do conterrâneo, detentor de dois cursos superiores, ainda receoso de zombarias dos desconhecedores do importante tema, me conta em sigilo (nem tanto…):

– Já tive vários episódios de desdobramento, que eu chamo de viagem astral. Tudo começou quando eu tinha 17 anos de idade e ainda morava em Santo Ângelo. Então eu saía do meu corpo na hora em que desejava… Não sabia o que ia fazer e ficava próximo ao corpo físico. Estudei muito o assunto, pesquisei vários livros, tudo acontecia ao natural. Depois de algum tempo, comecei a acordar fora do corpo, quando era ajudado por seres espirituais, e tive a oportunidade de aprender coisas do mundo astral e até ajudar pessoas, discretamente.

Na conversa inbox no Facebook, indago ao Giovani se ele esteve em desdobramento em cidades espirituais, das quais Nosso Lar, tão bem descrita pelo Espírito André Luiz, é a mais conhecida:

– Sim, visitei várias dimensões e cidades espirituais. Dias atrás, inclusive, fui levado a uma cidade espiritual pouco mais desenvolvida do que a nossa, onde há prédios mais modernos do que os concebidos pelos arquitetos terrenos e até mesmo situados acima do mar. Atualmente, não consigo mais sair do corpo quando quero, como acontecia na juventude. A projeção agora só ocorre graças ao auxílio dos amparadores que chegam para me socorrer. Há alguns meses, numa dessas experiências fora do corpo físico, recebi a visita da minha mãe desencarnada (ela foi professora universitária em sua última passagem terrena). Conversamos e ela me passou um pito, advertiu no quê eu deveria me melhorar como pessoa. Que eu deveria cuidar a minha excessiva intransigência. Minha mãe sempre foi muito boa comigo, bom diálogo, incentivo ao estudo, mas no encontro espacial ela conversou bem perto de mim, porém num tom muito sério.

Depois, perguntei ao Giovani se, em condições normais, ele chegou a ver o espírito da mãe. Veio logo a resposta:

– Não. Mas certa vez a empregada lá de casa, em Camboriú, viu o espírito da minha mãe. Meu pai apresentava um quadro de saúde difícil e com certeza ela estava preocupada. Avisado, no mesmo dia fui buscá-lo e o trouxe para hospital de Porto Alegre. Pra finalizar, vou te contar um detalhe curioso. Uma vez, quando voltei ao corpo físico, o ajudante espiritual pediu que eu olhasse o relógio naquele instante. Olhei, então ele falou que eu dormisse e que eu iria acordar exatamente às 4 horas e 10 minutos da madrugada. Caí no sono e, ao despertar, corri para conferir o relógio da cozinha. Horário confirmado: 4 horas e 10 minutos!!!

A FRASE DO CHICO XAVIER, curtida por Gian Francesco Braga Lerino: “O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum, é amar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos e acreditar mais ou menos. Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos”.