Experiências fantásticas

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Maria Beatriz Braga, cosmopolita por essência, santo-angelense que reside há vários anos na Capital do Estado, adora viajar pelo mundo afora e conhecer outras culturas, outros idiomas. A Tiza, como é chamada pelas amigas, sempre admirou o povo viking, que teve seus melhores momentos entre os séculos VIII e XI, objeto de filmes e séries de televisão. Exploradores, guerreiros, piratas nórdicos, os vikings invadiram e colonizaram grandes áreas da Escandinávia, Grã-Bretanha e outros países europeus. Numa de suas tantas viagens, a Tiza esteve justamente num país em que os vikings tiveram intensa participação, e ali a amiga viveu momentos fantásticos, digamos, mediúnicos. É o que se conclui do relato que a Tiza me encaminhou pela via eletrônica:

– A incrível experiência que vivi foi na Dinamarca, em 2017, num museu viking. Quando comecei a me aproximar dos objetos que ali estavam expostos e de um navio da época dos viking, fui tomada por uma enorme emoção e começaram a passar flashes na minha cabeça, como se fosse um filme (era de dia e estava muito bem acordada). Me vi no meio de uma aldeia que tudo indica era de vikings, ouvia vozes, via pessoas por todo o lado. Me senti inserida nesse ambiente. Em outro momento, foi numa batalha: eu era um guerreiro e metia a espada nos adversários. Era muito sangue. O que mais me impressionou foi o sentimento que tive, era uma adrenalina muito grande. Num salto me arremessei com a espada na mão e cravei no outro e dava um urro, me sentindo vitorioso. Até hoje permanecem muito vívidas essas imagens e sentimentos. Vale registrar também, que desde muito pequena, sempre tive um fascínio enorme pelos vikings, lia tudo o que se referia a eles. Até hoje faço isso.

Como explicar a atração da santo-angelense Maria Beatriz Braga pelo povo viking, de tantos séculos passados? Só a reencarnação pode explicar esse fascínio e, sem dúvida, o instante em que foi permitido à ex-aluna de Estágio da Faculdade de Direito, reviver, em instantes, a existência em que pertenceu ao povo viking, como um dos seus guerreiros.

No mesmo sentido, não faz muito escutei depoimento de uma colega de Fisioterapia, que também sugere fortemente uma volta ao passado. Ocorre que, ao chegar a uma capital europeia pela primeira vez, essa outra amiga constatou, surpresa, que conhecia a cidade e nela se movimentava, tranquilamente. Não teve dúvidas, então, de que vivera naquela cidade em uma existência anterior. Ela experimentou a incrível sensação que os franceses chamam de “dèja vu”, ou, já visto, pois a cidade não significou novidade para ela.

Dois episódios vividos por pessoas idôneas, de bom nível cultural, e ambas sem nenhum interesse em criar histórias imaginárias ou simplesmente inverídicas. Dois depoimentos que merecem a acurada reflexão de todos nós.

 

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