Materializando preces

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Giovana Wexel Morais é médium de incorporação inconsciente e de psicografia. Médium umbandista, ela trabalha junto ao grupo comandado pelo amigo Arno Luiz Lerino: a Casa da Vó Preta. A propósito de desmaterialização e posterior materialização de objetos, a Giovana psicografou mensagem do espírito Iara, que me passou pela Internet. Explica Iara que, por vezes, o Plano Astral se utiliza de maneiras inusitadas e improváveis para manifestar o seu amor ou responder a questionamentos. Assim, as manifestações podem acontecer através de objetos que somem e reaparecem em lugares que jamais se imagina reencontrar. Há, no caso, uma interferência espiritual maior, com objetos plasmados ou de transferência.

Foi exatamente o que aconteceu com a minha aliança. Sumiu do dedo sem que percebesse e dois meses depois reapareceu no bolso de um casaco, como relatado em crônica recente. Os céticos não acreditam, é claro, na minha experiência. O espírito Iara pediu à médium, como me informou, que grifasse o título da mensagem, que é também o título da coluna de hoje. Disse mais Iara, para nossa compreensão:
– Os dias passam rápidos, a vida terrena é intensa e muitos não acreditam no que não veem, pois a mente está encoberta pelo véu do materialismo. É possível, sim, através de merecimento maior, receber um presente de um ente querido desencarnado. É o jeito que o espírito encontra de retribuir uma prece que lhe foi dedicada com ardor, responder uma pergunta ou para vivenciar com mais intensidade sua presença, e assim conectar-se mais efetivamente com este ser querido. Quando você acredita e aceita alguma manifestação espiritual e singular, é preciso deixar a imaginação fluir, acreditando ser esta uma prece materializada, para ser recebida com amor e retribuída com um agradecimento singelo e sincero. Desvendar estes mistérios não é tão difícil como alguns pensam. Os amigos espirituais estão mais próximos do que muitos julgam. Muitos deles atuam no mundo físico e dão o prazer de sua companhia sempre que é permitido. Tal acontece para relembrar uma data específica, parabenizar por um grande feito ou dizer que a saudade ficou e o amor não acabou, apenas passou para uma nova fase. Estes fatos singulares dão a certeza do reencontro futuro, da esperança de que a vida não termina na sepultura e a confiança de que o amor está além da morte.

RECADOS ELETRÔNICOS – De Londres, onde reside há vários anos, a santo-angelense Roberta Ritter me escreve: – Recém comecei a ler o Pra Cabeceira da Cama, enviado pelo pai (Celso Ritter) e já se foi um terço dele! Seguindo assim acabo as 150 páginas até a meia-noite! Gostei principalmente das descrições de época da nossa cidade e me peguei surpreendida com a menção ao meu avô Siegfried Ritter. Parabéns, recomendo o seu livro.

De Porto Alegre, outra santo-angelense, Tanise Trevisan (ela e a Roberta foram colegas de aula da Alessandra Jung no Colégio Marista): – Meu pai (Telmo Trevisan) me presenteou com o teu livro. Fiquei emocionada ao encontrar os relatos de pessoas conhecidas, da amiga querida Juliana Fernandes, da Sandra Donadel Teixeira e do querido Délio. Enfim, uma agradável leitura que só conforta e só confirma o meu pensamento de que um dia todos iremos nos reencontrar.

A FRASE DO CHICO XAVIER – destacada por Margarete Schlick – Deseje o bem dos outros, tanto quanto deseja o próprio bem.