O inimigo invisível tá solto

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Nada existe por acaso neste mundo de Deus. Por que todos os seres humanos agora estão sujeitos ao ataque quase mortal de um vírus? Só o Plano Espiritual tem a resposta precisa. Diante do perigo, todos nós precisamos adotar as cautelas que se fazem necessárias, a partir do distanciamento social. E no uso de máscaras, mesmo que alguns não entendam a necessidade e até zombem dos que usam. Moli Meller, viúva do traumatologista João Eloí Meller, reside nos Estados Unidos e conta que lá é obrigatório o uso de máscaras para andar na rua. A Moli nos traz mais informações sobre os efeitos da chamada pandemia em solo americano:

– Aqui na Califórnia, onde moramos, a situação está cada dia pior. Domingo fui ao supermercado às seis horas da manhã, horário para idosos, e o supermercado já estava lotado, todos entrando em fila e sem lugar no estacionamento, apesar de ser o espaço gigante. Falam que o governo pode decretar um isolamento absoluto, o chamado “National Shut Down”, o que significaria tudo fechado, inclusive supermercados e farmácias, sob pena de prisão para quem andar circulando pelas ruas sem autorização. Outro dia, minha filha foi ao supermercado fazer compras para 14 dias, que é o prazo permitido e também encontrou a mesma situação: supermercado lotado e sem vagas no estacionamento. Espero que Deus olhe para a Terra e extermine essa praga! Muita oração.

Respondi a ela que ninguém imaginaria que a maior potência mundial esteja vivendo situações de tanta angústia ante um inimigo invisível, um vírus com força comparável a uma bomba nuclear. Moli Meller concluiu assim suas observações:

– Quem diria! Pra ti ver como somos pequenos frente aos desafios que o mundo coloca em nosso caminho! Ninguém é melhor do que ninguém.

Da Itália, recebi comentários de duas santo-angelenses. Tamires Brum, que foi Estagiária na Justiça Estadual, neta do amigo Benjamim Siqueira Brum, reside em Padova. Como está vivendo a Tami, longe da terra natal?

– Mais enclausurada que carmelita!

A arquiteta Beatriz Kother, trabalha e reside em Florença (terra de Dante Alighieri) há mais de dois anos. A Itália é o país europeu mais devastado pelo coronavirus. Conta a arquiteta santo-angelense empenhada em restauração de catedrais, com esperança, apesar de tudo:

– Estamos todos respeitando a quarentena. Em Florença as restrições são rígidas… sair de casa só uma vez por semana para ir ao supermercado ou farmácia. Uma cidade totalmente vazia, muito triste…pessoas solidárias… muita oração e um lindo céu, cada vez mais luminoso, indicando que dias melhores virão!

Liane Guinter, agora Liane Sulgic, em razão do casamento, mora na Alemanha há cinquenta anos. Em pequena cidade próxima a Frankfurt. Diz a Liane:

– Na Alemanha o cenário é o mesmo que a Beatriz Kother descreve ser na Toscana. Precisamos muita calma, muita serenidade. Não temos outra opção!

Que venham logo dias melhores para o planeta!

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