Padre Pio voltou

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O amigo Luiz Nicola Vieira classificou, bondosamente, como ótima a coluna passada. Várias pessoas o abordaram em busca de maiores detalhes sobre o espírito Zé Pilintra. O Nicola também recebeu ligação telefônica do militar inativo Miguel Morais Tavares (filho do antigo vereador trabalhista e professor Acílio da Silva Tavares).Então ambos recordaram o episódio mediúnico graças a uma sensitiva de São Leopoldo, em encontro realizado nesta cidade há vários anos. Acrescenta o missivista eletrônico:

– O Miguel foi beneficiário das previsões do Zé Pilintra. Houve acerto de 100% dos vaticínios.

Mas o Nicola é um dos tantos leitores do Pra Cabeceira da Cama e, a propósito, tem algo interessante a contar:

– Estava lendo a crônica sobre a minha amizade com o padre Pio de Pietrelcina (conhecido na Itália como São Pio), quando de repente senti um contato mediúnico. Meu ouvido capta um som diferente e começo a chorar sem explicação plausível. Era a presença de São Pio ao meu lado. Fazia algum tempo que ele não chegava e estava com saudade dele. A presença foi rápida. O antigo pároco de Pietrelcina falou sobre meu problema de saúde e me deu bons conselhos. Antes de sair, comentou a santificação próxima do amigo Karol Woytila.

O santo-angelense Jonas Machado, que reside em Tubarão (SC), desde a década de 70, quer o meu livro de crônicas e Santina Gentil Piegas, que mora em Curitiba, acusa o recebimento do exemplar. Beatriz Werlang dos Santos trocou a Capital das Missões pelo Rio de Janeiro há mais de quarenta anos. O irmão dela, Ivo Werlang, desencarnou em acidente aviatório há cinco décadas, em pleno coração de Santo Ângelo. Ela me pede outro exemplar. Assim como a Sandra Donadel Teixeira, a Leda Stocker Ries e a Vera Lúcia Lied que leram e releram o Pra Cabeceira da Cama, o amigo Alípio Bittencourt Rosenthal, inativo do Exército no posto de major, também leu duas vezes.

De Ponta Grossa, Paraná, veio a amável manifestação do Alípio, filho de Amadeu e de Herondina Bittencourt Rosenthal, precursores do bairro Rosenthal, desta cidade. Saudoso da terrinha missioneira,escreve o Alípio:

– Muito interessantes as cem crônicas, concisas, prendem o leitor no assunto. O livro serviu para lembrar dos amigos de infância, colegas de colégio (Concórdia e Marista Santo Ângelo), companheiros de farda, amigos da sociedade e desportistas. Há quase quarenta anos residindo fora de Santo Ângelo, apesar de visitar parentes e amigos todos os anos nessa bela e inesquecível cidade, o Pra Cabeceira da Cama serviu como recordação e também para saber onde estão muitos deles, hoje residindo em outras cidades e mesmo já no plano espiritual.

De Porto Alegre, o desembargador Carlos Cini Marchionatti, que prefere ser chamado de Carlinhos, assinala que “as cem crônicas são muitos presentes vindos do céu”.
Embora a vaidade não conste em minha coleção de defeitos, estou começando a ficar desconfiado, ante tantas manifestações calorosas ao meu recente livro de crônicas, que o inseto malvado e perigoso da vaidade está querendo me picar…

A FRASE DO CHICO XAVIER – destacada por Iara Muniz Pelizzaro de Araújo, que desenvolve bela difusão do conhecimento espírita na ferramenta eletrônica – Os espíritos amigos fazem o que podem para nos ajudar. O problema é que nem sempre fazemos a parte que nos compete: tudo queremos obter, sem o menor esforço de renovação.