Palavra da Giovana

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Giovana Wexel Morais é médium inconsciente e trabalha na Casa da Vó Catarina, filiada à Umbanda, no Bairro Pippi. Ela gostou da coluna sobre os médiuns de cura João de Abadiânia, João Berbel e Marlon Santos. A Giovana conta que atua há 15 anos na área espiritualista e há cinco anos incorpora, além da preta velha Vó Catarina, também médicos espirituais. Sem nenhum conhecimento de medicina, Giovana serve de instrumento a médicos espirituais que “utilizam simplesmente as mãos, pedras, álcool, algodões e água fluidificada”. A Giovana conta mais:

– Há pacientes que sentem os cortes e pontos e alguns ficam com hematomas como se tivessem passado por cirurgia no corpo físico. E, impressionantemente, as melhoras aparecem e até mesmo a cura. Como explicar? Quem tem merecimento e fé, a cura pode acontecer. Digo que é um privilégio trabalhar como instrumento destes Guias de Luz, dispostos a continuar o comprometimento feito em sua última vida física.

Giovana também é médium de psicografia e nos encaminha mensagem assinada pela Dra. Cecília Pawlowiski, nascida na Hungria em 1863 e desencarnada em 1913. Eis o que nos diz a médica húngara:

– Alegro-me em me manifestar diante de assunto pouco difundido, mas de grande valia. Os pensamentos, sentimentos, vontades, amor ou desamor permanecem após o desencarne. Assim somos nós, médicos, enfermeiros, cientistas, boticários, apaixonados pelo estudo e evolução da Medicina, colaboradores de cura das doenças progressivas. Desejamos continuar atuando e fazendo aquilo que nos foi designado, ou escolha feita em vida terrena. Este sentimento é genuíno e mais ainda por alguns de nós não termos cumprido a missão por completo, seja pelo desencarne precoce ou por ter deixado de fazer o “algo a mais” por aqueles que eram de nossa responsabilidade. Após muito estudo, regeneração, trabalho árduo, compreensão da vida após a vida e a possibilidade de fazermos a diferença, é-nos dada a graça de sermos úteis e continuarmos a trabalhar, mas agora sem orgulho, sem queixas, sem cansaço e sem o pagamento do grão da discórdia: o dinheiro. E sim pelo amor à Medicina, amor a Deus e ao próximo. Aqui do outro lado, a visão se torna clara e o desenvolvimento médico é adiantado. Conseguimos por meio do médium de incorporação, com técnicas específicas, por vezes mental, utilizando da matéria densa, nos é possível alcançar onde o colega terreno não consegue ainda enxergar.

A médica espiritual ainda escreve, por meio da médium Giovana:

– Hoje necessitamos de poucos, ou nenhum instrumento para a prática cirúrgica. É possível alcançar a doença ou a chaga que induz o paciente a estar sofrendo. Lembramos que não fazemos milagres, muitas doenças já vêm de outras encarnações e estas, infelizmente, não podemos curar. Podemos apenas amenizar os efeitos, com o auxílio dos irmãos passistas, magnetizadores, pretos velhos que agem em prol dos doentes. E algo também é importantíssimo: a fé é essencial para a cura, mais o merecimento do doente para que a regeneração do corpo físico se restabeleça. Todas as doenças são psicossomáticas, os sentimentos se materializam e muitas vezes se tornam em doenças terminais. Peço a todos que cuidem do templo do espírito, corpo sagrado que abriga o ser eterno que evolui e entoe cânticos de amor e cultive bons pensamentos, para que a sua saúde reflita a harmonia e a bondade de seu coração.

A FRASE DO CHICO XAVIER, curtida por Maria Genoveva Munaretto Copetti: “O que eu tenho não me pertence, embora faça parte de mim”.