Pra cabeceira da cama

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Santo-angelenses ora “exilados” em cidades distantes têm lido as crônicas do Pra Cabeceira da Cama e comentado com palavras de estímulo. Beatriz Terezinha Werlang Santos, moradora no bairro Realengo, no Rio de Janeiro, já pede outro livro. De Porto Alegre, a manifestação amiga do jornalista Otálio Camargo, do colunista Mauro Azeredo e das amigas Leda Stocker Ries e Lorena Kaercher Mendonça. De Brasília, Nathan Rockenbach e Maria Teresa Ludke Alves, filha da enfermeira Irena Dytz, também se congratulam com o aparecimento do livro de crônicas, estas selecionadas pela filha Alessandra Jung e com sugestiva capa do talentoso Renato Tobias, meu amigo desde a infância dele, companheiro de molecagens do Marcelo.

Michéli Pacheco Lausmann, bacharel em Direito e funcionária do INSS, mora em Santa Rosa. Ela informa que está gostando muito das histórias relatadas no Pra Cabeceira da Cama.

Ela seguidamente sonha com familiares desencarnados, sonhos mediúnicos, como ela classifica. A Michéli aprendeu com a mãe que os sonhos são encontros com amigos que partiram antes de nós para a vida espiritual. Ela conta mais:

– Em vários momentos, sonhei com meu pai, meus avós e com uma grande amiga que voltou há alguns anos para o plano espiritual. Trata-se da Sibeli Peringer. Com ela, estivemos várias vezes no Amor ao Próximo. A Sibeli, nos sonhos, às vezes vinha ao meu encontro e em outras eu ia encontrá-la. Certa vez, ela veio até mim, bonita e sorridente, contou que sua vida está muito boa e que tinha chegado rapidamente para me visitar, pois aqui não é mais seu lugar. Em outra oportunidade, a Sibeli estava acompanhada de amigos espirituais e me levaram até um portal enorme, semelhante ao que vi no filme Nosso Lar. Lá havia muitos espíritos e vinham ao nosso encontro. De repente, eu quis entrar no portal e ver o que havia lá dentro, mas fui alertada por outros que não poderia entrar. Logo, eles disseram para que eu retornasse para o corpo físico. O curioso é que eu brincava com a Sibeli, dizendo para ela: “tu tá que parece viva”. As conversas que ouvi eram muito claras e tratavam de nossas vidas, lá e aqui.

A narrativa da Michéli é interessante e por um desses “sonhos mediúnicos” ela ficou sabendo, com antecedência, da próxima desencarnação de um avô:

– Minha avó desencarnada há uns quinze anos, me apareceu em sonho para me dizer, seis meses antes, que meu avô, esposo dela, iria desencarnar e que ela estava pronta para levá-lo. Ela comentou, inclusive, fatos ocorridos em minha vida. Por exemplo, me parabenizou pela minha formatura em Direito e pela conquista do emprego. Pediu que eu explicasse para a tia o que aconteceria em breve com meu avô, pois a tia tem dificuldade para lidar e compreender a morte.

A FRASE DO CHICO XAVIER – curtida por Jorge Luiz Sott Ribas – Ouve a própria consciência, seja qual for a ideia religiosa a que te filias, e perceberás que nasceste para realizar o melhor.