Recados dos leitores

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Embora famoso no Brasil e em vários países, o escritor Moacyr Scliar, caráter modesto, dispensava máxima consideração aos seus leitores. Mencionava na coluna semanal que mantinha no caderno Donna da Zero Hora os recados dos que o liam. Sempre gostei de ler os textos admiráveis do Scliar e tenho adotado o exemplo dele em prestigiar quem nos prestigia. Luiz Nicola é assíduo leitor da coluna e costuma trazer valiosos subsídios, úteis ao enriquecimento interior de todos nós. Para a nossa reflexão, escreve o Nicola:

– Como estudante rosacruz, dediquei muita atenção aos ensinamentos dos Grandes Mestres da Antiguidade, especialmente gregos e egípcios. Entre eles, destacou-se, no meu sentir, Hermes Trimegisto. Quero acreditar que ele era realmente um ET. Há um determinado grau nos estudos rosacruzes em que há longa explanação sobre o continente desaparecido de Atlântida. Entendo ser verossímil o que nos transmitem sobre esse povo tão evoluído que nos legou ensinamentos maravilhosos e que poucos seres humanos conhecem.

O meu vizinho Alessandro Hunger teve a mãe desencarnada há menos de um ano. Filho único, o Alessandro ainda não assimilou totalmente o impacto. Depois de poucos meses, desencarnou o tio e padrinho Albano Hunger, cremado em Santa Rosa. Conta o Alessandro:

– De volta de Santa Rosa constatei manifestações estranhas da minha cachorrinha, de idade avançada. A Belinha quase não caminha mais. Mas, ao voltar naquele dia, parecia uma cachorra de poucos meses, latindo e andando ao redor de si mesma. A Belinha parecia querer falar comigo, pois me olhava intensamente e fazia suas firulas como há tempo não fazia. Então, me lembrei das informações que recebi da médium Sônia. O espírito da minha mãe, Zaira, revelou que quando nos visita sempre é vista pela cachorrinha, que então se agita. Tenho certeza que minha mãe estava em casa naquele momento.
Por sua vez, Luciana Missio também tem algo a nos contar:

– Li a coluna sobre o misterioso desaparecimento, depois reaparecimento, de sua aliança. Eu também vivi experiência semelhante: ganhei do marido um anel de ouro, com três estrelinhas na frente. Meu filho de seis anos de idade disse, na sua inocência, que cada estrelinha representa um membro da família. Em viagem ao litoral perdi o anel. Só constatei a perda quando voltamos a Santo Ângelo. Fiquei muito triste, desmanchei as malas, sacudi tudo e nada de encontrar a jóia. Passados quatro meses, a perda não saía da minha cabeça. Em certa noite, nós todos na cozinha, eu lavando a louça. Eis que, de repente, para espanto de todos nós, o anel caiu sobre os meus pés. Até agora ninguém lá em casa encontrou explicação para o estranho evento.

A PALAVRA DO CHICO XAVIER – destacada por Maria Odiva Ribas Terra Dias – Enquanto não trouxer Jesus no coração, o homem não saberá o que fazer de si mesmo.