Tem intrusa na foto

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Dia desses, jornal britânico publicou foto em que aparece o espírito (fantasma, para os ingleses) de senhora idosa espiando pai e filho na mesa de um bar. “Estranha figura de idosa que não estava presente no local, mas apareceu no canto direito trajada de vestido preto”. Não há nada de inédito na estranha aparição. Não faz muito, me foi encaminhada foto de família de Catuípe, ao que parece, na qual também são vistos dois parentes desencarnados. É apenas mais um dos tantos recursos usados pelos habitantes do outro lado da vida para nos convencer de que ninguém morre. Mesmo assim, há quem negue de pés juntos.

Ao abordar no Facebook o episódio ocorrido na Inglaterra, surgiram comentários do sensitivo Luiz Nicola e do advogado Hugo Valle, residente na cidade paulista de Guaratinguetá e casado com a santo-angelense Simone Kusiak, que foi estagiária da Caixa Federal na agência junto à Justiça Federal. Disse o Nicola:

– Ao longo da minha vida, tive inúmeros contatos com os denominados fantasmas ou espíritos desconhecidos. Ocorre que vivi muitos anos em sítios, granjas, fazendas, chácaras. Nestes locais afastados das cidades, é comum o contato e as histórias sobre os espíritos. Alguns deles são brincalhões, outros agressivos ou maus. Acredite quem desejar ou duvide quem gosta de controvérsia.

Por sua vez, Hugo Valle conta que, entre Aparecida e Guaratinguetá, há uma casa em que os moradores costumam enxergar o espírito de uma senhora perambulando de uma peça para outra. É claro que só enxergam os dotados da faculdade mediúnica da vidência, ou seja, a capacidade de ver os desencarnados. Acrescenta o Hugo:

– Às vezes, esse espírito senta na cabeceira da cama, começa a chorar e desaparece. Outras vezes, ela é vista sentada num corredor da casa.

Outro episódio mediúnico digno de reflexão é contado pelo médium James Van Praagh:

– Lembro o relato de um espírito que se descreveu como alguém que criticava e julgava os outros com muito rigor. Antes de morrer, ele desenvolveu um câncer de garganta e teve de fazer uma laringotomia. A cirurgia deixou uma cicatriz bem visível em sua garganta. A propósito, ele me falou: “As palavras têm poder, e, quando retornar para a minha próxima vida física, manterei a cicatriz para me lembrar de falar com amor e respeito”.

Não são raras as pessoas que renascem com cicatrizes ou manchas fortes em diferentes partes do corpo carnal, algo incompreensível para muita gente. Mas, certamente, resquícios de acontecimentos dolorosos da vida anterior. Sim, há cicatrizes que lembram cortes de facas, queimaduras ou balas assassinas. E também manchas de cores diversas. O leitor, claro, poderia trazer muitos outros exemplos de casos semelhantes. Quem quiser contar…