Um amigo do padre Pio

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Luiz Nicola Vieira, pessoa idônea, residente nesta cidade, me conta, por e-mail, que é amigo do espírito do padre Pio (nascido em Pietrelcina, Itália), onde também viveu. Era da Ordem dos Franciscanos. O depoimento do Nicola é impressionante, insuspeito, pois é católico, numa demonstração evidente de que o mediunismo não é exclusividade de ninguém. Diz o remetente:

– Quando ele me visita, vejo-o normalmente, conversamos normalmente, sentimos saudades um do outro e já ocorreu chorarmos juntos, ao recordarmos momentos vividos em um passado distante e comum. E nesse passado longínquo surge uma terceira personalidade, atualmente conhecida como João Paulo II, que segundo o padre Pio foi nosso amigo e companheiro em jornadas vividas em séculos passados, quando já éramos ligados à Santa Igreja Católica. Disse-me o amigo Pio que, contra a vontade deles, de lá saí para me tornar político e militar… e me dei mal. Segundo me afirma o padre Pio, quando religioso aprendi a não enganar ninguém e tampouco “tomar” bens de meus irmãos humanos. Todavia, eles nunca me desampararam com conselhos oportunos e proteção espiritual. Como é grande a espiritualidade, amigo Pinto Jung.

O Nicola conta que na cidade de Franca (SP) existe um santuário em homenagem ao padre Pio. Acompanhado da esposa, que é francana, lá esteve e se encaminhou a um local próprio à oração e meditação. Logo que se concentrou, o Nicola sentiu e viu o padre Pio ao seu lado. Desde então começaram os diálogos entre eles. Ele conta mais:

– De tempos em tempos, o padre Pio me visita em meu apartamento, geralmente para me aconselhar, quando necessito de proteção espiritual. Apresenta-se vestido como um frei franciscano, com barbas e idoso. Alegre, brincalhão, mas me olha nos olhos e me repreende quando acha que é necessário. O padre Pio é um espírito de Luz muito forte e radiante, mas de uma humildade semelhante ao nosso saudoso Chico Xavier.

A reencarnação é uma das grandes leis naturais que explica a Justiça Divina, que nos mostra que necessitamos de muitas passagens terrenas para evoluir e chegar ao estágio do padre Pio e do Chico Xavier. Acompanhemos mais um trecho do depoimento do Nicola:

– Um belo dia de abril de 2010, quando dialogava com o espírito do padre Pio, olhei bem para ele e disse: – Pio, sabe que te admiro muito e sinto falta de tua companhia. Só não consigo entender o motivo, porque você nasceu e viveu na Itália e eu nasci e sempre vivi no Brasil. Tu foste padre e eu fui militar e agricultor nesta vida. Como explicar tudo isso? A resposta veio rápida: – Em séculos passados, tu, eu e outros religiosos (Karol Wotjila, entre eles), vivemos juntos em muitas vidas e trabalhamos para a Santa Igreja Católica Apostólica Romana em mosteiros por esse mundo de Deus. Eu nunca abandonei a Igreja e fui fiel a ela, como outros, também. Ao ser perseguido como eu, você se revoltou e abandonou a vida religiosa, preferindo ser político, administrador de Estado e militar. Não tiveste êxito nas aventuras mundanas, pois teu Eu é de um ser espiritual de alta estirpe, bondoso e desapegado de bens materiais, coisa própria de religiosos intelectuais. Eu e o Wotjila nunca te esquecemos e estamos sempre ao teu lado, auxiliando-te como podemos em tuas necessidades mundanas, até regressardes ao nosso convívio nesta dimensão. Às vezes, nossas forças são limitadas e teus problemas enormes para nossas possibilidades. Então, grande amigo, solicitamos o necessário auxílio de outro amigo: Jesus Cristo, que já te salvou inúmeras vezes. Nunca te esqueças de agradecer a Ele.

A FRASE DO CHICO XAVIER – Quem sabe, pode muito; quem ama, pode mais.