Um caso sugestivo de reencarnação

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Todos nós passamos por várias existências físicas, no objetivo do aprimoramento íntimo, mediante o resgate de erros, até que nos tornemos espíritos puros. Em cada experiência terrena, um passo adiante, embora muitos fiquem do mesmo jeito como chegaram. Há quem não progrida nenhum passo. É uma longa caminhada, sem dúvida. O espírito André Luiz destaca que cada existência é um ato. Um corpo, uma veste. Um século, um dia. Uma morte, um sopro renovador. E pelo lápis do Chico Xavier, André Luiz indaga: quantas existências, quantos corpos, quantos séculos, quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos ainda? Como estamos longe da perfeição, dá pra imaginar…

Outro dia, Brasil Antônio Sartori, escrivão judicial aposentado, ficou impressionado com o vídeo que lhe foi repassado pelo Mário Rossi, do Entre-Ijuís. O vídeo focaliza um caso sugestivo de reencarnação. Para o nosso bem, esquecemos nomes e fatos da vida anterior. Mas o menino James Leininger parece ter sido escolhido pelo Alto para comprovar aos céticos a realidade da reencarnação. Filho de pais justamente céticos, residentes no Estado de Louisianna, James desde os primeiros anos mostrou excepcional interesse e conhecimento de aviões. Em repetidos pesadelos, o menino acordava gritando:

– Avião em chamas, não dá para sair.

Aos quatro anos, James disse para os pais, atônitos, que, na vida passada, ele se chamava James Houston Jr. e como piloto de caça da Força Aérea Americana morreu aos 21 anos de idade, no dia três de março de 1945, fim da 2ª. Grande Guerra Mundial. Era a última missão dos aviadores no Oceano Pacífico, ilha de Iwo Jima, antes de voltarem para casa. Aconselhados por uma terapeuta reencarnacionista, os pais de James, que voltou a ser chamado pelo mesmo prenome, começaram a tratar o menino com maior responsabilidade e conhecimento de causa:

– Qual era o avião que você pilotava?

– Um Corsair, que decolou do navio Natoma Bay. Se eu lembro de algum piloto amigo? Sim, lembro do Jack Larson.

Localizado, Jack, hoje vive no Estado de Arkansas, e recordou do colega James Houston Jr. e do momento em que o Corsair foi abatido pelos japoneses:

– Ele foi o único piloto morto na última missão antes do retorno para os Estados Unidos. Eu presenciei o ataque japonês, que atingiu o meio do motor do caça pilotado por James, que caiu em chamas.
Efetivamente, não dá para duvidar do menino James Leininger, tal a exatidão dos detalhes de sua vida pretérita, mas a reencarnação não é coisa inventada por Allan Kardec. Muito antes, Buda, a Luz da Ásia, já ensinava que as vidas sucessivas são indispensáveis para atingirmos o Nirvana. Em verdade, só a reencarnação explica a Justiça e Perfeição de Deus, também chamado de Grande Arquiteto do Universo.

Recado da leitora Denise Zenni Berwanger, de Porto Alegre, elogia a coluna passada e acha que não estamos preparados para voltar hoje à vida espiritual. Concordo contigo, Denise, ainda estamos muito materializados, mais preocupados com a aquisição de bens materiais do que com o enriquecimento espiritual. Mas um dia, depois de incontáveis reencarnações, chegaremos lá…

A FRASE DO CHICO XAVIER, postada no Facebook por Lucilda Riewe: – O Cristo não pediu muita coisa, não exigiu que as pessoas escalassem o Everest ou fizessem grandes sacrifícios. Ele só pediu que nos amássemos uns aos outros.