Uma volta ao passado

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Segundo o Espírito Ramatís, a comunidade dos Essênios apareceu na Judéia 150 anos antes da chegada do Mestre Jesus e voltou à vida espiritual 50 anos depois, cumprida a missão de apoiar os novos ensinamentos para a Humanidade. O Mestre esteve com eles, talvez entre os 12 e 30 anos de idade, aproveitando o exemplar convívio da confraria. Pois a reencarnação já era explicada por aquela comunidade admirável, pouco conhecida até hoje. Sobre a coluna passada, duas leitoras – Franciéli Maciél e Susana Wojcickis da Silva – informaram ter o livro que conta a incrível narrativa do menino que, na vida anterior, desencarnou pilotando um caça americano, abatido pelos japoneses.

Outro leitor, membro da Antiga e Mística Ordem Rosacruz, diz que a Ordem ensina a reencarnação e Spencer Lewis, patriarca da instituição, é autor de excelente obra sobre o tema, sob o título de “Mansões da Alma”. Estimulado pela prática dos experimentos rosacruzes, o leitor conta que, certa vez, após alguns insucessos, teve êxito na tentativa de volta ao passado. Eis o que ele escreve:

– Foi algo fantástico para mim. Nunca mais alimentei qualquer dúvida sobre as vidas anteriores. Muitos personagens que encontrei na vida passada continuam agora interagindo comigo. Naquele “ontem” que tornei a viver, estavam lá meus pais, minha atual esposa, alguns amigos e outros não amigos, mas em papéis diferentes dos atuais. Como sou dotado de excelente memória, guardei recordações muito nítidas do que vivenciei na passada existência. Durante a regressão, eu me vi notívago e boêmio, além de adorar festas e bailes em clubes de alta sociedade. Inclusive as doenças que lá me tornavam a vida muito difícil, eu as trouxe para a atual passagem terrena.

Sobre como teria deixado o plano físico na vida passada, o leitor, investigador persistente da verdade, que é pessoa idônea, responde:

– Durante todo o tempo da regressão, uns 100 minutos, que permaneci na outra vida, eu estava consciente de minha vida atual, da atual personalidade. Era como se eu tivesse personalidade dupla. E eu estava consciente ao morrer em um acidente. Eu caí de um cavalo durante uma corrida e bati a cabeça numa pedra. O cavalo se assustou com um pequeno animal e parou, bruscamente. Eu prossegui e fui ao solo, de cabeça, sentindo que algo de muito grave iria acontecer. Acordei-me nesta vida, sentado em um sofá, porém com a nítida sensação da vida que acabara de encerrar. Ainda sentia o cheiro do animal que cavalgava, as roupas diferentes que vestia e a linda paisagem que desfrutava.

A FRASE DO CHICO XAVIER, postada no Facebook por Juliana Hesse Lima – Às vezes, fico triste, mas, graças a Deus, não sou um espírito triste. A alegria passa por cima de qualquer situação e o bom humor nos ensina a não dar aos acontecimentos infelizes maior importância que eles tenham.