Você sonha com entes queridos?

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Outro dia lancei pergunta no Facebook sobre quem teria sonhado com familiares ou amigos desencarnados. A pergunta mereceu 553 curtições e 429 comentários, estes todos positivos, todos alguma vez ou muitas vezes já sonharam com entes queridos. Respostas breves na maioria e outras detalhadas. Muitas consideram que os familiares “parecem estar vivos” e na verdade estão mais vivos do que nunca. Vou repercutir algumas das respostas, trocando os nomes dos comentaristas, por motivos óbvios. A Célia, por exemplo, sonha muito com o pai e com uma avó que deixaram o mundo físico. O pai perguntou para a Célia porque ela não faz mais os costumeiros almoços da família aos domingos. Em outra oportunidade, revelou que a atual filha do coração não chegou na vida dela por acaso, porque ambas foram mãe e filha biológicas em existências passadas.

A Patrícia traz narrativa comovente:

– Tenho sonhado muito com o meu esposo desencarnado. Nos meus sonhos ele sempre tem horário certo para ir embora. Ele tinha problemas renais, fazia hemodiálise e passou por transplante de um rim. Após sete anos de vivência normal houve rejeição do rim e ele voltou para a hemodiálise. Poucos meses depois enfartou em casa, ao meu lado, foi muito triste. Já se passaram cinco anos, não consigo segurar as lágrimas. Por mais que o tempo passe, a saudade só aumenta. Num dos sonhos, ele me pediu para secar as lágrimas e tocar a vida para diante.

A Sônia, num sonho ou desdobramento, teve encontro muito feliz com a mãe, uma irmã, uma prima e três tias desencarnadas, todas sentadas a uma mesa do que seria uma casa de chá. Todas alegres. Surpresa, a Sônia perguntou se elas não tinham morrido:

– Elas deram uma boa gargalhada e responderam que não, não morreram, só tinham voltado para casa. O ambiente era tão bom, que desejei ficar junto com elas. Então, a Mara, minha velha amiga, me falou: “Não dá, tens muita coisa ainda a fazer por aí.”.

A colega advogada Ana Lúcia Kaercher Piccoli, neta de Nelson Kaercher, da Casa das Sedas, reside na Capital do Estado há muitos anos. E também traz seu depoimento sobre a sensação incrível de reencontrar um familiar durante o sono noturno:

– Como é bom sonhar com meu pai, ver e falar com ele. Aconteceu recentemente, por isso lembrei agora. O senhor lembra dele, José André Piccoli, engenheiro-agrônomo, que era conhecido como Zito Piccoli.

Certa vez, eu me encontrei com o Zito no saguão do Banco do Brasil, onde ele trabalhava como fiscal da carteira agrícola. Ele queria ler “O Evangelho dos Humildes”, de Eliseu Rigonatti. Encontrei o livro no Amor ao Próximo e passei para ele.

Mas, além de sonhar com os desencarnados, o que nos faz amanhecer eufóricos, com sensação diferente, também sonhamos com amigos que ainda estão na experiência terrena. Cris Michelle Sartori, serventuária da Justiça Estadual, nos exemplifica:

– Sonhei com uma amiga da família. Com olhar suave e expressão tranquila.

A FRASE DO CHICO XAVIER – “Emmanuel, certa vez, me disse: – Chico, os bons não criticam. Não fique triste com os caluniadores.”

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