Pedro Belmonte

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Valdir Andres após sua vitória: “Vou fazer um governo de união entre todos os santo-angelenses. Não farei distinção entre vencedores e vencidos” ***Jacques Barbosa, campeão de votos a vereador. Ultrapassou a barreira dos dois mil votos***Como previsto, José Fortunati venceu no primeiro turno***Ministro Ricardo Lewandowski usou e abusou da sua situação de ex-militante do PT, para defender José Dirceu. Foi criticado e derrotado***Lula da Silva continua o mesmo. Disse que o povo não esta preocupado com o mensalão. Será?***Derrotados na eleição da Capital e motivos possíveis: Ana Amélia por apoiar Manuela e o PT, pela pífia votação de Villaverde e pelo mensalão. Ele existe…

Prefeitos em 44 anos – Com o encerramento do processo eleitoral, passei as vistas sobre eleições a partir do final dos anos 1960.
Em 1968 foi eleito Ricardo Leônidas Ribas; 1972 – Siegfried Ritter; 1976 – Carlos Wilson Schroder, mandato completado por Alberto Wachter; 1982 – Mauro Azeredo; 1988 – Valdir Andres; 1992 – Adroaldo Mousquer Loureiro; 1996 – José Lima Gonçalves; 2000 – reeleito; 2004 – Eduardo Debacco Loureiro, reeleito em 2008. Nesta foi eleito Valdir Andres. Vice, Nara Damião.

Fibra ótica – Projeto da implantação da chamada ‘Cidade Digital’, do Ministério das Comunicações, trata-se de um enorme passo na melhoria e qualificação da informação.
Santo Ângelo é uma das cinco cidades no RS, aprovadas pelo Minicom.
Prazo para a entrada em funcionamento da primeira etapa será seis meses, conforme o prefeito Eduardo Debacco Loureiro.

Internet – O benefício à população será a utilização da internet grátis, em pontos definidos.
Município será servido por um anel de fibra ótica que possibilitará esse avanço, se inserindo na era das telecomunicações de alta tecnologia que o coloca como polo de vasta região e catalisador de novos empreendimentos tecnológicos, gerando serviços e empregos especializados.

Arte – A partir da segunda (15) estará em exposição inédito trabalho do cartunista, poeta e gurmê, Ricardo Pio Medeiros.
Mostra ‘Minhas Raízes’ abre às 20h30min, no Centro Municipal de Cultura.
As criações em galhos e pedaços de toros de árvores ficam expostas até terça (30).
O jornalista e cartunista, Augusto Bier, sintetiza o trabalho: “Pio e seus galhos de brincar”.
Verdade.

Google – Circulou nas redes sociais, candente lamento, senão um grito de alerta, do advogado e professor universitário santo-angelense, Carlos Brasil Rizzi Cattani.
Reclamava que no Google Street View – tipo de cartão postal virtual das ruas e locais turísticos no mundo – não aparecia a Catedral Angeopolitana.
Sendo assim, teria razão o Cattani. Depois que São Miguel foi emancipado, a igreja, réplica das reduções miguelinas, é o maior atrativo turístico do município.

Professor Vitório – Dia desses, pesaroso, fiquei sabendo da morte do professor Vitório Fontana, com respeitáveis 96 anos, em Santa Maria.
O professor era diretor do Colégio Estadual de São Borja, entre o final dos anos 1950, início dos 1960, época em que ali estudei.

Religioso – Jovial, democrático, homem de fé, Vitório Fontana também lecionava religião, matemática e era aficionado por esportes. Os filhos Ângelo, Geraldo e Hugo eram alunos do educandário.
Vitório Fontana foi o primeiro diácono do RS, ordenado em 1969.
Faleceu no fim de setembro.

Spannring – Quem também faleceu e somente fiquei sabendo lendo convite para missa de mês, no JM, foi Walter Spannring.
Empresário, deu sua contribuição a um dos melhores momentos do município. Quando lancei ‘Crônica do Tempo’, recebi seu recado solicitando um exemplar, autografado.
Remeti-lhe, com dedicatória. No livro é citado em texto e foto, ao lado do presidente do BB, Nestor Jost, Siegfried Ritter e Genaro Krebs.

Insegurança – Tenho apreço pelas medidas republicanas da presidenta Dilma Rousseff.
Todavia gostaria de vê-la tão veemente quanto ataca a insegurança no Oriente Médio com a falta de segurança nas cidades e capitais brasileiras.
Tudo que se faz não é suficiente para tornar nossas cidades mais amparadas, não sermos emboscados nas esquinas, assaltados dentro do veículo ou termos nossas residências invadidas por bandidos ensandecidos.
Políticas públicas, de curto, médio e longo prazos devem ser adotadas. Entre elas, certamente, aumento de efetivos e logística das polícias, uma revisão do ECA, pleno emprego e educação, especialmente a profissionalizante, para ficar no que os especialistas consideram básico.

Ronhas – Continuam as ronhas entre poderes e instituições.
Às vezes é Polícia Civil x Brigada, noutras Delegados x Ministério Público.
Dias atrás foi o ato de um juiz soltando dois homens presos após terem atirado numa médica, que tentaram assaltar, na Redenção.
Gerou perplexidade seu argumento de que o MP não havia solicitado a preventiva.
A posição liberal do magistrado deixou a sociedade atônita. Em 24 horas foram presos e ele, por conta própria, devolveu os criminosos às ruas.

Mariscos – O presidente da Ajuris, ao tentar justificá-lo, disse retoricamente que o Direito não é uma ciência exata. Adiante advertiu: cada cabeça, uma sentença, mais ou menos rigorosa. Recordou que a decisão está na lei.
Tais posições poderiam incitar à violência e ao recrudescimento da ousadia da bandidagem? Levariam a polícia ao desalento, que não obstante as deficiências cumpre seu papel?
Não se sabe. Sabe-se que os brigadianos que prenderam aos dois criminosos se sentiram nocauteados pelo ‘soco’ que deixou grogue aos gaúchos!
Repete-se a máxima: na ‘briga do mar e do rochedo, quem sofre é o marisco… ’.
Somos os mariscos. A médica assaltada e baleada não me deixa mentir!

– Reflexão de fim de semana – “O que vale não é o quanto se vive… mas como se vive”. (Martin Luther King)