Pedro Belmonte

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Ouvi do ex-governador Germano Rigotto, que para manter o desejado índice de 5% anual de crescimento do PIB nacional, será preciso garantir infraestrutura em ferrovias, rodovias e aeroportos*** Vem aí reforma do ministério Dilma*** Brasil em 10º lugar no mundo nos gastos com celular*** Bicicletas de aluguel começaram a ser depredadas na Capital. Vândalos levam para casa os espelhos, seguindo o caminho dos orelhões, contêineres e das lixeiras. Reflete o despreparo para viver coletivamente*** Ricardo Uhry, nas redes sociais: “Fui ouvido pelo Ibope, sobre as eleições em Curitiba”. É sortudo. Nunca fui pesquisado e sempre considerei essa probabilidade como ganhar na mega-sena***PSOL do Amapá contrário ao apoio do candidato à prefeitura de Macapá por DEM e PSDB. Luciana Genro indignada lançou nota contrária ao apoio da direita. Avista-se um racha do partido. Lembrando, o PSOL nasceu duma dissidência do PT…***Estranho vazamento de informações de mandados de prisão, abortando operação policial. É preciso que se chegue o mais próximo da verdade desse intrigante acontecimento.

Sítio – Nas redes sociais turistas que frequentam o Sítio Arqueológico das Ruínas de São Miguel, descontentes com o preço da entrada. Sugerem que os R$ 5,00 para ingresso valessem também para o espetáculo de Som e Luz.

Sobre o evento também recaem queixas. O som não teria qualidade e existiriam problemas na iluminação.

Sobrou também para a Fonte Missioneira onde faltaria segurança.

Seria bom que a administração do Sitio desse uma verificada.

Mauro – Ex-vereador, prefeito e deputado, há anos colunista do JM, Mauro Azeredo após dias de descanso fora do RS envia seu tradicional e-mail. Manda-me dizer que foi um bem-vindo relax. Sem ter se envolvido diretamente nas últimas eleições, ele lamenta: “Nem a meu irmão Paulo consegui ajudar como gostaria”.

O poste – Fernando Haddad é chamado de poste por seus adversários, difícil da presidente Dilma e seu padrinho Lula da Silva carregarem.

O epíteto é usado para caracterizar candidatos problemáticos, inexperientes, pouca cultura, rejeição, com todos ou alguns desses defeitos.

O poste subverte a ordem natural porque é um sem noção, impõem sua presença como candidato.

Às vezes dá certo, mas na maioria não, colocando por terra projetos administrativos há longo tempo em execução.

Nas últimas eleições não faltaram postes…

Desconsideração – Possível desconsideração do Estado pelo ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, fomentando crise política.

Secretário Mauro Knijnik, reclamou da falta de investimentos do governo federal.

Deputado Osmar Terra chegou afirmar que há uma espécie de ‘canibalismo’ com as indústrias gaúchas que são levadas para outros estados ou fora do país.

Antipatias – Deputado Paulo Pimenta prefere dizer que o Estado tem ministros gaúchos no governo, trabalhando para dinamizar a economia.

Na realidade, os investimentos poderiam ser bem maiores. Por último, Santa Catarina levou a fábrica da BMW.

Verdade é que o Estado está fora do mapa de desenvolvimento da União.

Seria por causa das sabidas antipatias entre Dilma e Tarso?

Ineficácia – Continuam ineficientes e lentos trabalhos de recuperação das redes elétricas na grande Porto Alegre e no interior.

Prejuízos enormes, não apenas materiais. Desgastam concessionárias e poder concedente.

Problemas ocorrem também na telefonia móvel, por falta de cobertura.

Vacinação – Número das mortes motivadas pela gripe A, no RS, estão sendo reavaliados.

Volto a insistir, o ministério da Saúde poderia ampliar atendimento a todas as faixas etárias e tornar o processo permanente, de abril ao final do inverno.

Afinal a saúde pública continua devendo ao cidadão.

Dengue – Quanto a Dengue, mereceu atenção e medidas antecipadas dos setores da saúde.

Semanas atrás a 12ª CRS realizou reuniões regionais objetivando a formação de comitês para adoção de medidas preventivas.

Diligente, delegado regional, médico Lói Roque Biacchi, se antecipa à fase aguda de verão, quando recrudesce o combate ao mosquito aedes egyptis, transmissor da doença infecciosa.

Platters – Sabe aquelas coisas que você nunca coloca na lista de preferenciais e julga jamais acontecerão?

Nunca diga jamais!

Assisti a apresentação do The Platters.

No final dos anos 1950 comecei a ouvir as baladas soul, tristes, românticas, do grupo criado pelo genial Buck Ram.

Only You, My Prayer, Winner Take All, The Magic Touch e outras tantas, eram músicas litúrgicas, com roupagem nova, rompendo a ortodoxia do canto coletivo.

Quinteto – A partir de 1953 quando gravaram seu primeiro LP – comprei num ‘balaio’, duma casa de discos de São Borja, em 1959 –, o quinteto se renovou.

Novas vozes, dentro da ideia original mantiveram o grupo.

Da formação primitiva, um permanece.

Os inovadores Platters (que em versão livre pode significar travessa de louça) daqueles anos permanecem vivos, cantantes, humanizando canções de todos os tempos.

Fim – Desde tempos imemoriais a humanidade tem enfrentado seus flagelos.

Gengis Kahn, Átila, Hitler e por último Bin Laden, fazem parte dessa longa e tétrica coleção de anticristos.

A par desses, outros flagelos têm vergastado aos humanos e a natureza, como os furacões, terremotos e tsunamis, cobrando alto preço à vida humana e animal.

O próprio homem parece estar tentando apressar o seu fim, roubando, assaltando, matando, fazendo guerras, praticando todo tipo de insanidade.

Renovação – Não há respeito no âmbito da família. Pais contra filhos, irmão contra irmão, em uma sequência de desatinos que levam a sua desagregação.

Os homens públicos perdem-se em ocorrências desprezíveis, desonrando instituições.

O respeito ao próximo está perto do fim.

É o caos.

A renovação parece ser o caminho. Renovar atitudes, posturas.

Quem sabe renovar a fé, enquanto há tempo?

Reflexão de fim de semana – “Viva cada dia como se a vida estivesse começando” – (Goethe)