Agressões

0
116

É de domínio da sociedade brasileira as ações desenvolvidas no Estado do Rio Grande do Sul, devido à projeção da mídia, no que condiz a ações policiais, na questão relativas às secretarias ambientais, estadual e do município de Porto Alegre, envolvendo agentes públicos, políticos e empresários, em diversos atos desde as liberações, facilitações, propinas, dormências, todas tidas por atitudes ilícitas.

Houvera há alguns anos, ações semelhantes realizadas junto ao Detran, no caso, envolvendo milhares e milhares de reais, por igual, presente também as chamadas propinas, envolvendo agentes públicos e políticos associados com empresários e outros. Destes últimos, embora a longevidade, inexiste luz capaz de induzir ao seu findar, portanto, nada de se ter perspectivas do retorno das verbas públicas aos cofres que lhe são próprios. No mesmo sentido, quanto às condenações, entre elas, a perda do direito político.

Quando vamos às urnas, levamos conosco a emoção de votar em nosso candidato (para quem vende o voto não pode haver emoção alguma), esse sim, um sujeito honrado, competente, disposto ao labor e ainda por cima, capaz de resolver os problemas que afligem a sociedade regional, hábil o suficiente, para resolver até mesmo as históricas pendências nacionais, correlatas a saúde, a segurança e as do conhecimento. Agora vai…!

Não raras vezes, a nossa decepção é tão grande que dá vontade de picar o título de eleitor em mil e tantos pedacinhos! Votar novamente então, jamais, jamais, jamais! A ausência no pleito eleitoral pode nos render condenações? Sim, várias. O hilário é que ELES não sentem vergonha de ludibriar a nossa boa fé, contudo, nós sentiremos vergonha da condenação que nos for imposta! Eles elaboram a lei que nos obriga ao comparecimento às urnas. Dispensam até o jimo cupim, tamanha a cara de pau!

No caso em tela, mais uma vez sentimos o rubor no rosto ao nos depararmos com determinados nomes, por demais conhecidos no Rio Grande, tidas por pessoas íntegras, outros, velhos conhecidos de servidores públicos, por sua atuação em órgãos públicos, com funções políticas. Cabe à Polícia, ao Ministério Público e à Justiça a apuração da verdade! Inaceitável, todavia, o ilícito, por óbvio, se ele ocorreu. E a vergonha é do povo gaúcho!

Entretanto, este é o momento apropriado e de suma importância para desvendar outros crimes ambientais de elevadíssima monta, por certo, elevados geometricamente, e ninguém abre o bico, pelo contrário, há um silêncio profundo!! Falamos é claro dos crimes ambientais que decorrem das construções das usinas hidrelétricas. A boca fechada significa medo da morte?! Vejamos a monta dos problemas ambientais com a construção da Usina de Belo Monte! Porém, nem precisamos ir tão longe, as usinas de Passo São João e São José, quem vai reparar? E tem mais, virá a da Atafona e da Cachoeirinha, todas no rio Ijuí, além delas, a Garabi e Panambi, essas, no rio Uruguai. Nesses motes não houve e não haverá crime ambiental?!? O saudoso Brizola diria: são os “interésses”!