Alguns nascem com o bumbum virado pra lua

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A sorte e o azar andam lado a lado, igualzito aos humanos quando caminham de dedos entrelaçados, sonâmbulos! Porém, tanto a sorte quanto o azar podem desembocar nuns e levar livre aos outros, ainda que esses andem de mãos dadas. Essa máxima se verifica em todos os campos da atividade humana. Há quem afirme que até no campo das conquistas pessoais, sorte/azar se manifestem.

Pois bem, haverá um fim para determinada novela! Uma determinada ação. Ela, a ação, rendeu uma repercussão enorme no Rio Grande do Sul. No modo em que foi operacionalizada, ficamos todos ruborizados. A imprensa foi mobilizada e ela fez a sua parte, induzida em erro, manchetes sobrevoaram todos os recantos dos rincões, até porque partiram de órgãos, até então, com credibilidade. Sem sombra de dúvidas, a população do Estado gaúcho se enojou ao saber que determinadas pessoas, antes de lídimas, agora passaram a ter condutas dúbias, ainda mais, porque diversas delas, possuíam fé pública.

Mas os anos passam, as carretas rodam, as abóboras se assentam, as peneiras não tapam o sol e a verdade vêm à tona. O problema maior é que jamais as coisas voltarão ao estado anterior. A confiabilidade que algumas pessoas detinham, não será restabelecida no mesmo nível, gênero e grau. A perda da credibilidade jamais será restituída. As conquistas sociais, o espaço e o nível pessoal alcançados, restarão enterrados, sem a menor chance de serem recuperadas na plenitude.

O pior de tudo isso se concentra nos agentes que praticaram os atos, próprios de terroristas sociais. Ademais, diante dos cargos que exerciam e os órgãos aos quais representavam. As pessoas que se deixaram envolver (certamente, afins) e passaram a “delinquir”, para alcançar determinado objetivo. A verdade já meteu o focinho na flor da água e em pouco tempo, um grande contingente populacional do nosso Estado sentirá vergonha em ter acreditado “nas verdades” postas por maus concidadãos.

O chefe maior dessa vergonhosa e macabra trama, então detentor de elevado cargo na República, agiu nos princípios de seu livre arbítrio, maculou inúmeras pessoas, associou a si, outro rol, isso pode ser tido, feito “formação de quadrilha”, persiste em determinada obsessão – em tentar subjugar a mídia, o Ministério Público e o Poder Judiciário, próprio dos totalitários. Aliás, na segunda-feira, 8 de abril, um ministro do Supremo Tribunal Federal, em entrevista dizia: a imprensa está aí para fiscalizar os atos dos governantes e não os governantes para fiscalizar a mídia. Na terça-feira (9), o cidadão já no obscurantismo, em algum quadrante, voltava a manifestar o seu desejo de subjugar a imprensa. Ainda bem que ele, pelo menos, por ora, embora detentor de cargo elevado, saiu de cena, por incompetência e descumpridor da legislação que ele próprio elaborou.

Pois, nesse cenário é que alguém foi salvo por ter nascido com o bumbum voltado pra Lua. O protegido da Lua, foi convidado, pessoalmente, para caminhar com os dedos entrelaçados com aquele, felizmente para ele, deliberadamente ou não, se interpuseram obstáculos intransponíveis, naquela ocasião, vistos agora, fora o melhor acontecimento da vida dele, naquele campo, considerando, viesse a andar de mãos dadas, hoje, não encontraria um abismo com dimensões suficientes para se esconder a vergonha desse enlace.
Todo o contexto teve por cenário nosso amado Rio Grande (ainda que houvesse a ingerência de órgãos além rio Uruguai), outrora, palco de gentes tão valorosas e com condutas menos desonrosas de seus representantes, ao ponto de se ver suspenso um duelo entre Flores da Cunha e João Batista Luzardo (o último caudilho), embora presentes os dueladores, na hora e local estabelecido, no entanto, diante da falta de um padrinho do primeiro, o embate não se travou! Isso sim, representa a atitude da gente pampeana, jamais, os atos sorrateiros, dos quais a nossa gente terá ciência em breve. Ainda que pretendam dilatar o prazo, a verdade chocará não apenas ao povo, mas a própria história do Rio Grande.