“Na política e na vida, a ignorância não é virtude”. (Obama)

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Ignorância – s.f. 1. Falta de ciência ou saber, falta de instrução. 2. Estado de quem ignora. 3. Estupidez, brutalidade. Virtude – s.f. 1. Disposição habitual para o bem. 2. Ato virtuoso. 3. Retidão, probidade (entre outras). No primeiro caso, Ignorância, a falta do saber ou de instrução, pode e deve ser superado com aquisição dos mesmos, pelos meios apropriados (escola/família/comunidade); por sua vez, Virtude, a própria palavra corrobora, oferecendo termos de elevado alcance! Assim, estamos diante de um paradoxo, termos conflitantes, presentes e/ou ausentes, na mesma pessoa. Ocasional!

A pessoa pode ser elegante em determinado momento e conflitante noutro! O interlocutor e os assuntos, os agentes interagem. Inexiste alguém, rude ou polido, eternamente. Por igual, há rudes com mãos aveludadas! Honório Lemes, campesino desletrado, arguiu: quero leis para governar os homens e não homens para governar as leis! Oswaldo Aranha, talvez o maior diplomata do Brasil de todos os tempos, exerceu a primeira presidência da ONU, exímio laçador, pegou em armas para defender os ideais partidários. Os tempos são outros, mas quando a diplomacia confronta com a falta de ética, os ânimos exercitam a adrenalina, a reação difere!

João Batista Luzardo, considerado o último caudilho gaúcho, fora instado para um duelo, aceitou! Pessoas influentes trataram de evitar a tragédia, dois jovens, moços promissores, se concretizado o embate, na melhor das hipóteses, um deixaria o plano terreno. Sem melhor alternativa, os “diplomatas” do momento, buscaram socorro no velho pai (Luzardo), do moço ofendido (João Batista), acolhidos, após a exposição, restou a certeza da verificação do assunto com o filho, ouvido este, veio a sentença: eu prefiro – ainda que vertendo em lágrimas – levar-te amanhã para o cemitério do que te ver o resto da vida desonrado. Bate-te, meu filho!

Vivemos num mundo totalmente deferente daquele idos! Será? Engana-se redondamente aquele que imagina estarmos sob os auspícios de tempos sublimes!!! As armas estão municiadas permanentemente. As balas podem ser: patrocínios; interesses políticos; comandos locais; regionais; federal; supremacia; cargos públicos; questões ideológicas; ideologias internacionais; ilicitudes transnacionais; questões econômicas. A alienação “parental” hipnotiza, a fome humilha, cegueira inviabiliza a enxerga, o ódio mata!

Mas vamos a “célere” frase de Obama! Todos nós conhecemos o lado fraco do leão com fome, basta alcançar-lhe carne, que ele virá e até lamberá tuas mãos e formará uma amizade perene! No exercício do livre arbítrio, cada cidadão formará sua cidadania! No Brasil, há momentos de terror, não pela epidemia corona, aliás, velho conhecido de cientistas, portanto, das autoridades desde 2003 (conformem a revista Saúde), quando não, 1983, talvez, antes.

Obama foi “dócil” com quem o projetou, não mereceu desgaste! Aquele que “indócil” for, merecerá a devida resposta! Na atualidade, a ética agoniza! Quando deveríamos estar engajados na prevenção e nos meios de abrandamento de eventual dor e sofrimento, se estabeleceu o contrassenso. Alguns se aliaram, com fins obscuros. Mude o dial, de olhos abertos! O duelo está posto, com a palavra a diplomacia. …!

 

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