Nebulosidade

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A nebulosidade é um dos componentes das condições do tempo. Em momentos, pode se mostrar leve e auxiliar no contexto em deixar o clima mais ameno, noutras, estabelece condições de amedrontamento! Nas nuances climáticas, as variantes são constantes, de certa forma podemos dizer que mutações enfeitam as paisagens da atmosfera. Os admiradores da natureza, adoram as mudanças que ocorrem lentamente, permitindo-lhes a coleta de imagens diversificadas, enquanto os estudiosos desse viés, enriquecem seus acervos.

Estudos realizados entre os anos de 2005 e 2010, sobre a influência da nebulosidade (segundo apurado, está ocorrendo um aumento da nebulosidade em várias partes do mundo), na assimilação do carbono e aerossóis, em diversos tipos de cobertura vegetal, causando pequenas mudanças na fotossíntese de regiões específicas. Essa realidade firma convicção nos estudiosos da área e aumenta as expectativas de que o clima se mostra específico em pequenas áreas, nesse sentido o especialista ambiental e Professor da USP, Ricardo Felício ensina com propriedade, a comprovação desses efeitos.

Todavia, o termo nebulosidade também é vastamente utilizado no campo político, aliás, nessa arena, os constantes conflitos permitem entende-lo por ameaçador, ainda mais, no entrechoques de ideologias (embora essas inexistam, pois, deram lugar ao projeto de poder, ignorando por completo, o contexto filosófico e ideário partidário, enfraquecendo sobremaneira a democracia. Aliás, o termo democracia, perdeu totalmente a conceituação constante no vernáculo. Sua utilização é arguida com frequência, em todos as siglas partidárias, governantes, legisladores e até nos tais essetefes, porém, não é privilégio brasileiro, basta levantar o pescoço e sem precisão de ser girafa, ver-se-á com facilidade.

Desde os primórdios da existência do homem sobre o nosso planeta, sempre houveram disputas entre os seres e inclusive o bicho homem. Combates por um simples espaço, por alimentos, vestimentas, armas, com supremacia de motivos para as guerras de conquistas. Romanos percorrendo milhares de quilômetros visando tomar Constantinopla (por exemplo), árabes, enfrentando distância na busca de algo que talvez, sequer necessitassem, ambas, atitudes abomináveis, contudo, ocorreram, foram reais, inquestionáveis. Tribos indígenas, se batiam constantemente, hoje, parece as ideais ainda persistem! Passados 40.000 mil anos do desaparecimento dos neandertais, nós, seus sucessores, ainda permanecemos incultos!

Em alguns “pasquins,” lê-se que o homem nunca deixou de ser besta/fera, jamais desvestiu a capa de selvagem, por vezes, está invisível (em nosso raciocínio: somos selvagens adormecidos e num toque sem magia, o selvagem está ou estará soerguido, semeando sangue). O universo é vasto sem fim, rico em todos os sentidos, elástico em oportunidades e disponibilidades de riquezas, dividido pelo homens em anos, meses, dias e horas e fragmentado com ou sem aramados, em faixas nacionais, leis internas, outras globais, contudo, nada se respeita. Vamos plantar humanidade, quiçá, vingue!

 

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