O mundo se abre em leque

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Há grupos criando fantasiosas invencionices que deterioram os ambientes pelo mundo afora, criando hostilidades entre os elementos étnicos. Até o presente momento, diversas situações se apresentam sobre a vida humana, quanto as suas origens, épocas, locais, ascendências, descendências, situações econômicas, sociais, culturais e outras mais. Também são projetadas questões étnico/raciais, distribuindo os seres por cor/continente, adequando-os as questões climáticas.

Verdades ou inverdades, os procedimentos e análises das questões sobre as técnicas criadas pelo próprio homem, ainda que as verdades postas tenham sofrido revezes, ainda há os convencimentos pelos caminhos escolhidos, diante das conclusões colhidas, por positivas, pois, passíveis de mudanças, quando de novas descobertas.

Em momento algum, os pressupostos seguem por vias transversais, compreensível, em virtude da impossibilidade científica, poder se servir do imaginário e nele inserir um ou outro aspecto, um elemento extra. Talvez, supraterrestre, sobre o qual poderia, em tese, residir a verdade e a razão da diversidade posta no contexto. Alçar voos pelas vias imaginárias e criar expectativas, deixa de frear o pensamento, perpassando-o.

Logo, se aventarmos a análise por outro campo, o oculto, poderíamos visualizar aspectos e/ou razões para matutar, através da questão criacionista e dela, advir respostas ainda desconsideradas. Porém, essas possuem um aspecto profundo e merecem a devida delicadeza.

O que pode e deve ser mencionado, são as ações de grupos irresponsáveis que se alimentam de suas truculências, para alicerçar os seus propósitos, sempre no afã próprio, no desejo incontido do poder temporal e na conquista de riquezas (mas condena o capital dos outros), para tanto, se utiliza de manifestações, deselegantes, incitando o enfrentamento da diversidade étnica, social/econômica, ora, inclusive a cultural, objetivando com isso, obter dividendos, enquanto disseminam o ódio entre iguais, dizendo-os desiguais. 

O homem ao longo da história agiu pela sua sobrevivência, exploração, estruturação econômico/social/cultural, bem estar, lazer e por fim, aprendeu a apreciar as belezas postas pela natureza e seu benfeitor, além das edificações procedidas. Os embates do passado, na conquista territorial, se fazia compreensível, diante do indomínio do globo. Contemporaneamente, essas atitudes não se justificam. Por igual, injustificáveis, os atos de hostilidade entre os povos e dentro do contexto das nacionalidades.

Detestável e altamente perigosas se mostram as ações e atitudes na defesa dos lesapátrias, no mesmo sentido, dos totalitaristas em plantão permanente, visando, não só se assenhorar do poder, mas também das riquezas dos nacionais.