Redemocratizar a Democracia

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Democracia: s.f. Governo do povo; soberania popular; sistema de governo que se caracteriza pela liberdade do ato eleitoral, pela divisão de poderes e pelo controle da autoridade (Dicionário Enciclopédico Brasileiro).
Todo o ser humano deveria ser um democrata. Assim nos induz o conceito de democracia, por sermos iguais e termos objetivos semelhantes, ainda que tenhamos ambições diferentes, porém, no contexto e nos parâmetros estabelecidos pela Carta Magna, as obrigações e os direitos iguais, são premissas máximas.
Na prática, a democracia não passa de um engodo popular! Ingenuidade popular que se deixa levar feito boi manso para o abate! A democracia na forma posta nos países subdesenvolvidos, não passa de um joguete! Uma mente atrelada aos benefícios sociais, jamais libertará o voto mal assinado.
Ademais, no caso específico brasileiro, quando o Governo faz arranjos com o(s) Parlamento(s), desaparece a interdependência dos poderes e se estabelece a confusão Governo/Parlamento, Parlamento/Governo e os interesses pessoais. Os resultados daí advindos são catastróficos para o País e a Nação, é a nascente da subjugação das vontades e da consciência pelo vil metal. A separação dos poderes e sua total interdependência é(seria), fundamental no Estado Democrático Contemporâneo. Os acordos, as verbas parlamentares e todos os AÕS, se constituem na ruína da democracia. Ruim para todos.
Entretanto, poder-se-ia indagar se os regimes de exceção satisfazem? É óbvio que não! Com ou sem farda, qual conhecemos pelo mundo afora, esses regimes também desservem. Neles ocorrem os mais profundos desatinos, aliado ao uso da força e muitas vezes, a retórica ufanista do populismo, ainda que anteriormente detestado. Em muitos casos, o regime gera multimilionários, a exemplo daquilo que imprensa mundial noticiou, quando da dissolução da URSS e outros na vitrine.
O leitor, diante de sua sabedoria encaixa um sistema/regime perfeito para gerir o Estado Contemporâneo. Por nossa vez, imaginamos, a solução dos problemas crônicos, esteja na ação individualizada de cada partícipe. Atualmente, há um segmento convicto do acerto no ilícito, porque supostamente, outrem, poderia, ter praticado o mesmo ato outrora. Ora, eu piloto devo jogar o avião contra uma montanha, em consequência da prática deste ato por meu semelhante! Convenhamos.
Em alguns países os maus gestores, uma vez descoberta a ação maledicente, envergonhadamente, praticam o suicídio(impensado). A situação nos conduz a premissa maior da honorabilidade do ser humano. Isso, em todos os segmentos onde atua, principiando na família.