Tchau Pandemia, Agora é a vez da Invernia

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Alô malvado! Vou ignorar teu nome, ante tua antipatia, além disso, teu tempo esgotou, vá embora, siga tua estrada, pra donde vieste ou te dilua nas águas sanitárias, nas chamas dos caldeirões, nos ácidos utilizados pelos cientistas visando findar maledicências. Nunquinha recupere qualidades, sequer, os motivos da tua algoz destrutiva. Cada qual tem seu tempo, o teu período esgotou e nossa paciência também, nunquinha retorne, em hipótese alguma. Tchau e boa viagem de ida, porque por essas bandas és indesejado, deixe nosso povo viver em paz. Agora virá a nossa invernia,

O Sol se fez belo e imponente, fez alvorada festiva, conclamou pra vida e suas nuances, convocou para o trabalho, os exercícios, o respeito as regras atuais impostas, os afastamentos temporários de pessoas, mas conclamou para alegria, contentamento, risos, ora com sinalizadas máscaras, estranha proibitiva de mostrar dentes lindos desde a infância ou aquele visual, construído pelos odontólogos, porém, necessários para libertarmo-nos de alguns desnaturados visitantes, cujo prazo já esgotou e devem ser expulsos por malquistos.

A invernia, traz consigo a efusiva resplandecência do Sol, além disso, entende convites para a humanidade apreciar e tomar graciosamente as virtudes que o rei da luz dispõe e distribui graciosa e equitativamente, todos os dias, a preços simplórios, bastando para tanto, deixar de lado o comodismo, oportunizando a si mesmo, o direito ou a obrigação apropriar-se dessas benesses. A perfeição do Sistema Planetário permite o usufruir, embora por vezes, necessitamos buscar as informações nos alfarrábios ou com nossos semelhantes, por via de regra, dosando a aplicação.

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